HOUVE ESCOLA e Educação Artística

"HÁ quem seja comum, há quem não tenha assunto,
há quem traga mais um, há quem traga um conjunto ..."

Realizaram-se os eventos finais dos projetos desenvolvidos este ano 2022/2023 pela APEVT, em parceria com outras organizações, “Expressões d’Arte & Desenvolvimento – JIC” e “Desafios d’Arte”, faltando ainda realizar a cerimónia final do projeto inteiramente dedicado ao pré-escolar e primeiro ciclo, “Do ponto à Obra d’Arte”. Os resultados quantitativos alcançados até ao momento superam todas as expetativas – 587 escolas envolvidas, 32 757 alunos e 1600 trabalhos submetidos e uma onda gigante de participação nos eventos finais. Qualitativamente podemos fazer alguma análise de conteúdo das próprias obras,  das memórias descritivas e dos conteúdos dos diferentes momentos formativos que integraram os projetos.

 

 

A Educação Artística  (Artes Visuais, Educação Visual e Educação Visual e Tecnológica) foi o foco de todo o trabalho desenvolvido e por isso, o tema central do 8º WEBINAR “Desafio d’Artes na valorização do ensino artístico nas escolas”, para professores, em pleno streaming da Gala Final Desafios d’Arte (pode ver toda a Gala) e com as conferencistas convidadas: Ana Velez (Lisboa, 1982), Carla Cardoso (Setúbal, 1975), Helena Ferreira (Lisboa, 1982) e Luísa Passos (Porto,1979) e a moderadora Carla Pereira.

 

 

Em formato de MESA-REDONDA, com Questões e Respostas decorrente da preparação colaborativa da conferência, das quais destacamos algumas:

QUAL A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO ARTÍSTICA NO SEIO DAS ESCOLAS?

A educação artística é de extrema importância para o desenvolvimento integral dos alunos, pois oferece oportunidades para a exploração da criatividade, da imaginação e do pensamento crítico, habilidades que são fundamentais para o sucesso em diversas áreas da vida. A educação artística ajuda no desenvolvimento cognitivo dos alunos pois, estimula as suas habilidades perceptivas, motoras, emocionais e sociais.

QUAL É O IMPACTO DA EDUCAÇÃO ARTÍSTICA NO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO DOS ALUNOS?

De entre os principais impactos da educação artística no desenvolvimento cognitivo, podemos destacar:

Melhoria da criatividade e imaginação: A educação artística estimula a criatividade e a imaginação dos alunos, permitindo que eles explorem diferentes ideias e soluções para problemas.

Estímulo da capacidade de observação: Através da arte, os alunos aprendem a observar detalhes, formas, cores e texturas, o que contribui para aprimorar a capacidade de observação.

Desenvolvimento da coordenação motora: A prática de atividades artísticas como desenho, pintura e escultura, por exemplo, ajuda no desenvolvimento da coordenação motora fina, o que é importante para diversas atividades cotidianas.

Melhoria da capacidade de comunicação: A educação artística ajuda a desenvolver a capacidade de comunicação dos alunos, pois estimula a expressão visual e verbal, permitindo que eles expressem suas ideias e sentimentos de forma mais clara e precisa.

Estímulo ao pensamento crítico: Através da arte, os alunos são desafiados a pensar de forma crítica e analítica sobre diferentes temas e ideias, o que contribui para o desenvolvimento do pensamento crítico e da capacidade de reflexão.

 

DE QUE FORMA A EDUCAÇÃO ARTÍSTICA PODE SER INCORPORADA NO CURRÍCULO ESCOLAR?

A educação artística pode integrar o currículo escolar de diversas maneiras, dependendo das necessidades e objetivos de cada escola e da faixa etária dos alunos. Algumas sugestões de como a educação artística pode ser incorporada no currículo escolar são:

Incluir disciplinas específicas de arte no currículo, como desenho, pintura, escultura, teatro, música e dança. Essas disciplinas podem ser oferecidas em aulas regulares ou em oficinas extracurriculares.

Introduzir atividades artísticas interdisciplinares, que combinam diferentes disciplinas, como história da arte, literatura, ciências, entre outras. Por exemplo, uma aula de história pode ser complementada com uma atividade de criação de arte inspirada em um período histórico.

Realizar projetos de arte colaborativos entre diferentes disciplinas ou turmas, que geraram a criação de obras de arte coletivas e estimularam a colaboração e a criatividade dos alunos.

Utilizando a arte como uma abordagem de ensino e aprendizagem em outras disciplinas, como matemática e ciências, por exemplo. Através de atividades criativas e lúdicas, os alunos podem aprender conceitos importantes de forma mais significativa e envolvente.

Estimular a proteção e a análise das obras de arte, através de visitas a museus e galerias, debates em sala de aula e leituras sobre artistas e movimentos artísticos. Isso pode ajudar os alunos a desenvolverem uma compreensão mais ampla e crítica sobre a arte e sua relação com a sociedade e a cultura.

 

PODE A ORGANIZAÇÃO DE PROJETOS, EVENTOS E CONCURSOS, DE ÂMBITO LOCAL E NACIONAL, CONTRIBUIR PARA A VALORIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO ARTÍSTICA NAS ESCOLAS?

– A organização de projetos, eventos e concursos de âmbito local e nacional pode ser uma excelente estratégia para promover a educação artística nas escolas. Essas iniciativas podem incentivar os alunos a desenvolverem suas habilidades artísticas, a experimentarem novas técnicas e linguagens, e se engajarem em atividades criativas e colaborativas. Além disso, uma organização de projetos, eventos e concursos pode ter os seguintes benefícios:

Estimular a autoestima e a confiança dos alunos, ao permitir que eles mostrem seus talentos e habilidades para uma audiência maior.

Promova a integração e a troca de experiências entre escolas e alunos de diferentes regiões e culturas, o que pode contribuir para ampliar a visão de mundo e a compreensão da diversidade.

Fomentar o interesse pela arte e pela cultura em geral, através da divulgação de obras e artistas consagrados, bem como de novos talentos e tendências.

Valorizar o trabalho dos professores de arte e dos educadores em geral, ao reconhecer e premiar projetos pedagógicos inovadores e de qualidade.

Contribuir para a formação de um público crítico e consciente em relação à arte e à cultura, capaz de apreciar e interpretar obras de diferentes linguagens e estilos

REALIZAR PROJETOS ARTÍSTICOS COM VISIBILIDADE NA COMUNIDADE DÁ ÊNFASE AOS PRODUTOS, CONTUDO, EM ARTES, AS APRENDIZAGENS DEVEM FOCAR-SE NO PROCESSO ARTÍSTICO. COMO RESOLVER ESTA DICOTOMIA ENTRE PROCESSO E PRODUTO?

A dicotomia entre processo e produto é uma questão importante em educação artística e pode ser resolvida por meio de uma abordagem integrada que valoriza tanto o processo quanto o produto. É possível alcançar um equilíbrio entre a pressão nos resultados e a importância do processo criativo.

Uma maneira de abordar essa questão é reconhecer que o processo criativo é fundamental para a aprendizagem artística. O processo envolve experimentação, descoberta e exploração, e é nesse processo que os alunos desenvolvem a sua habilidade e visão. Ao mesmo tempo, a exposição dos resultados e a visibilidade na comunidade são importantes para promover a confiança e a autoestima dos alunos/artistas, além de permitir que outras pessoas vejam e apreciem seu trabalho.

Uma solução possível é adotar uma abordagem que valorize tanto o processo quanto o produto. Isso pode ser feito por meio de uma avaliação que considera tanto o processo criativo quanto o resultado. Isso significa que o projeto artístico pode ser avaliado com base na qualidade do trabalho produzido e na forma como o processo criativo contribuiu para a realização desse trabalho.

Ao promover uma abordagem integrada que valoriza tanto o processo quanto o produto, os projetos artísticos podem ser mais expressivos. Além disso, essa abordagem pode ajudar a reduzir a dicotomia entre processo e produto e permitir que os artistas se envolvam plenamente no processo criativo enquanto produzem trabalhos de alta qualidade e impacto.

 

 

REALIZAR PROJETOS ARTÍSTICOS COM VISIBILIDADE NA COMUNIDADE E COM A PREMIAÇÃO DE ALUNOS DE VÁRIAS ESCOLAS, DÁ ÊNFASE AOS RESULTADOS. COMO RESOLVER ESTA SITUAÇÃO MOTIVACIONAL QUE SE PODE CENTRAR EXCESSIVAMENTE NO PRODUTO?

Para resolver esta situação em projetos artísticos que envolvem a premiação de alunos de várias escolas, é importante encontrar um equilíbrio entre a ênfase no produto e o foco no processo criativo.

Uma maneira de fazer isso é garantir que o processo criativo seja valorizado e incentivado durante todo o projeto. Os alunos devem ter a oportunidade de explorar ideias e experimentar diferentes técnicas, materiais e abordagens durante o processo de criação. O feedback e a orientação dos professores e mentores também podem ajudar a incentivar o processo criativo.

Além disso, é importante reconhecer que a avaliação do produto final não deve ser o único fator a ser considerado na premiação. É necessário levar em conta o processo criativo, a originalidade e a expressividade dos trabalhos, a capacidade dos alunos de explorar e expressar ideias e sentimentos, bem como a habilidade técnica.

Por fim, é importante lembrar que o processo criativo e o produto final não são mutuamente exclusivos. Ao enfatizar o processo criativo, os alunos podem criar obras de arte únicas e originais que reflitam seu próprio estilo e abordagem. Ao mesmo tempo, essas obras de arte podem ser avaliadas com base em sua qualidade, impacto e originalidade, visibilidade à comunidade e incentivando outros alunos a se envolverem em projetos artísticos.

Existem alternativas à premiação dos alunos como forma de motivá-los em projetos artísticos entre escolas com visibilidade na comunidade. A motivação pode ser alcançada através de diferentes formas, tais como:

Reconhecimento público: além de uma premiação formal, é possível reconhecer publicamente os alunos e suas obras de arte, exibindo as criações em uma exposição ou publicação, ou através de divulgação na mídia ou em redes sociais.

Feedback construtivo: os alunos podem receber feedback construtivo de professores e mentores que auxiliam no projeto artístico, permitindo que eles possam aprender e crescer em suas habilidades.

Colaboração e trabalho em equipe: o trabalho em equipe pode ser valorizado e incentivado durante o projeto, permitindo que os alunos trabalhem juntos para criar algo especial e significativo. Isso pode ajudar a motivar os alunos a se dedicarem e a aprenderem uns com os outros.

Reconhecimento interno da escola: a escola pode realizar uma cerimônia interna de reconhecimento dos alunos participantes do projeto, destacando suas habilidades e trabalho árduo.

– Incentivos alternativos: a escola pode criar incentivos alternativos, como visitas a museus ou oficinas de arte, para motivar os alunos a se envolverem em projetos artísticos.

 

O TRABALHO DE PROJETO COM IMPLICAÇÕES NA COMUNIDADE E NO PATRIMÓNIO LOCAL E GLOBAL É UMA DAS ABORDAGENS DA EDUCAÇÃO VISUAL QUE MELHOR PROPORCIONA O CONHECIMENTO DA LINGUAGEM VISUAL?

O trabalho de projeto com motivação na comunidade e no patrimônio local e global pode ser uma das abordagens mais eficazes na educação visual para fornecer o conhecimento da linguagem visual. Isso ocorre porque, o trabalho de projeto envolve uma abordagem prática e intencional que permite aos alunos explorarem e aplicarem conceitos visuais em contextos do mundo real.

Ao projetar e criar trabalhos visuais que abordam questões da comunidade e do patrimônio, os alunos são incentivados a pensar criticamente sobre o mundo ao seu redor e desenvolvem habilidades de pesquisa, planeamento e solução de problemas. Além disso, esse tipo de abordagem também pode ajudar a incentivar a participação cívica e a compreensão das questões sociais e culturais.

Assim, o trabalho de projeto com coordenação na comunidade e no património local e global pode ser uma das abordagens mais eficazes na educação visual para fornecer o conhecimento da linguagem visual.

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1.Ana Velez – Artista plástica. Colabora com a Cisterna Galeria (Lisboa) e a Wadström Tönnheim Gallery, (Marbella, Espanha e Malmo, Suécia). Vive entre Lisboa e Madrid. Licenciada e Mestre em Pintura pela Universidade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Co-fundou em 2015 o Atelier Contencioso . Está representada em várias colecções privadas e públicas.

2. Carla Cardoso – Licenciada em Ensino de Educação Visual e Tecnológica (1999) e Mestre em Ensino de Educação Visual e Tecnológica (2010) pela Escola Superior de Educação de Setúbal. Atualmente, é professora do 2ºciclo no Agrupamento de Escolas Ordem de Santiago, sendo também formadora de professores na área da Educação Artística e Tecnológica.

3. Helena Ferreira – Artista Plástica, investigadora e docente no Ensino Secundário e no Ensino Superior. É licenciada em Escultura e doutorada em Arte e Multimédia pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, tendo sido bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia.

4. Luísa Passos – Bacharel em Escultura e Licenciada em Artes Plásticas pela ESAD das Caldas da Rainha, especializou-se em ilustração científica e desenho de campo pelo Museu Nacional de História Natural e da Ciência. Colabora na divulgação e promoção do projecto ‘Germinar um Banco de Sementes’. É membro do ‘Grupo do Risco’ desde 2015.

Moderadora: Carla Pereira – Licenciada em Ensino de Educação Visual e Tecnológica, Mestre em Educação Artística e Doutorada em Educação, na especialidade Formação de Professores, tema Educação Artística. Atualmente, é professora do 2ºciclo no Agrupamento de Escolas de Carnaxide sendo também formadora de professores na área da Educação Artística e Tecnológica.

APEVT (CG)

 EDUCAÇÃO PARA QUÊ?

“O aprender a conhecer, o aprender a fazer, o aprender a viver juntos e a viver com os outros e o aprender a ser constituem elementos que devem ser vistos nas suas diversas relações e implicações. Isto mesmo obriga a colocar a educação durante toda a vida no coração da sociedade – pela compreensão das múltiplas tensões que condicionam a evolução humana. O global e o local, o universal e o singular, a tradição e a modernidade, o curto e o longo prazos, a concorrência e a igual consideração e respeito por todos, a rotina e o progresso, as ideias e a realidade – tudo nos obriga à recusa de receitas ou da rigidez e a um apelo a pensar e a criar um destino comum humanamente emancipador.
As humanidades hoje têm de ligar educação, cultura e ciência, saber e saber fazer. O processo da criação e da inovação tem de ser visto relativamente ao poeta, ao artista, ao artesão, ao cientista, ao desportista, ao técnico – em suma à pessoa concreta que todos somos.” In Perfil do Aluno.
– Educação para a formação integral da pessoa humana – De acordo com Paulo Freire, a educação deve visar a formação integral da pessoa humana, com um olhar crítico sobre a realidade e a busca pela transformação social.
– Educação para a cidadania global – Segundo Jacques Delors, a educação deve ter como objetivo formar cidadãos globais capazes de compreender as complexidades do mundo e atuar de forma responsável e solidária.
– Educação inclusiva – A educação deve ser inclusiva, garantindo a todos o acesso ao conhecimento, independentemente de sua origem, gênero, raça ou condição social. Este é um princípio defendido por diversos autores, como Maria Teresa Eglér Mantoan.
– Educação para a diversidade – A diversidade é uma realidade presente em todas as sociedades, e a educação deve ter como objetivo formar pessoas capazes de respeitar e conviver com as diferenças. Este é um princípio defendido por autores como Boaventura de Sousa Santos.
– Educação para o desenvolvimento sustentável – A educação deve contribuir para a construção de uma sociedade sustentável, capaz de conciliar o desenvolvimento econômico, social e ambiental. Este é um princípio defendido, entre outros, pela UNESCO.
– Educação para a criatividade e a inovação – A educação deve estimular a criatividade e a inovação, capacitando as pessoas para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo. Este é um princípio defendido por Ken Robinson.
– Educação para a autonomia – A educação deve capacitar as pessoas para serem autônomas, críticas e reflexivas, capazes de tomar decisões e agir de forma consciente e responsável. Este é um princípio defendido por Paulo Freire.
– Educação para a aprendizagem ao longo da vida – A educação deve ser vista como um processo contínuo ao longo da vida, que envolve aprendizagem formal, informal e não-formal. Este é um princípio defendido por diversos autores, como Philip Altbach.
– Educação para a digitalização – A educação deve estar preparada para enfrentar os desafios da digitalização e da tecnologia, garantindo que as pessoas tenham as habilidades necessárias para lidar com essas mudanças. Este é um princípio defendido por autores como Yuhyun Park.
– Educação para a transformação social – A educação deve ter como objetivo contribuir para a transformação social, visando a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Este é um princípio defendido por Paulo Freire, entre outros.” In José Matias Alves 

PROJETOS E PARCERIAS

 

ESTE ANO LETIVO, a APEVT está envolvida em projetos que se desenvolvem numa vertente de intervenção educativa, isto é, que mobilizam  alunos, professores e escolas na procura de soluções para desafios artísticos e de intervenção social. O desenvolvimento destes projetos e concursos para além de envolverem milhares de alunos, proporcionam uma troca de experiências entre escolas do país e momentos formativos para alunos e professores, durante todo o ano letivo.

A parceria entre a APEVT, a TORRENCE Center Portugal  e  “Escolíadas”, desenvolve o projeto designado O projeto “Desafios de Ideias Criativas em Ação”,  tem como objetivo o desenvolvimento de processos criativos em contexto escolar que promovam o pensamento crítico e criativo, o conhecimento, a valorização pelas aprendizagens interdisciplinares e a troca de
experiências entre alunos, numa vasta diversidade de territórios educativos.
A partir de aprendizagens desencadeadas no âmbito de projetos de integração curricular em contexto STEAM – Ciência Tecnologia Engenharia Arte & Matemática, os alunos iniciam uma aventura criativa de procura de ideias e soluções originais. Os Desafios de Ideias Criativas em Ação vão proporcionar, através de trabalho colaborativo, uma experiência estimulante na criação de produtos que solicitem e desenvolvem Aprendizagens Essenciais e áreas de competência do Perfil dos Alunos. este projeto encontra-se na sua 2ª edição. tendo no final do ano letivo transato realizado  Encontro Nacional DICA , na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, com a participação de 220 alunos e 30 professores.

 

A parceria entre a ADRA, a APEVT e a PAR desenvolve o  projeto designado “Expressões d’Arte & Desenvolvimento – Jovens Influencers Globais”, tendo em vista capacitar crianças e jovens para influenciar políticas públicas que contribuam para a construção de sociedades mais justas, solidárias, inclusivas, sustentáveis e pacíficas.
Expressões d’Arte & Desenvolvimento – Jovens Influencers Globais, mobiliza para 3 áreas distintas:
A1. No reforço da Educação Desenvolvimento e Cidadania Global no âmbito educativo – Formação professores on-line.
A2. Na procura de soluções criativas e inovadoras capazes de mobilizar a sociedade e valorizando competências no setor artístico – Concurso artístico alunos.
A3. No empoderamento de jovens que irão usar a sua voz transmitindo as suas preocupações e ser influenciadores de políticas. – Workshops ação reflexão para jovens influencers, com Exposição de trabalhos selecionados.
O concurso artístico sobre os desafios globais, insere-se no desenvolvimento da área 2 do projeto que visa a criação de postais ilustrados que, uma vez selecionados (30), serão base do trabalho a desenvolver na área 3 através de exposições itinerantes e workshops de produção das mensagens escritas nos postais ilustrados a enviar para os decisores políticos. Este projeto conta com a inscrição de cerca de 100 professores com duas a seis turmas e a sua cerimónia final será dia 18 de abril na Fundação Cidade de Lisboa.

 

A parceria entre a APEVT e a Faber Castell, designada “DESAFIOS d’ARTE”, tendo em vista desenvolver trabalhos de Artes Visuais, nas modalidades expressivas do Desenho e da Pintura, a partir da observação, interpretação e reflexão sobre as obras de arte de artistas nacionais e estrangeiros, tendo em conta os diferentes estilos e movimentos artísticos, assim como os meios materiais e seus efeitos expressivos. Com formato de Concurso deseja proporcionar uma experiência estimulante na criação de desenho e pinturas, que mobilizem as diferentes manifestações artísticas, técnicas e científicas e que desenvolvam as Aprendizagens Essenciais e áreas de competência do Perfil dos Alunos.
Um desafio “à maneira de …” é a opção por um estilo ou movimento artístico, desenvolvido por dois artistas (um nacional e um estrangeiro) e a utilização de matérias e técnicas por eles empregue. Este projeto conta com a inscrição de cerca de 470 professores, com duas a seis turmas e a sua cerimónia final será dia 22 de abril no Museu da Carris, em Lisboa.

 

A parceria entre a APEVT e as Rede Bibliotecas de Lisboa, designada “DO PONTO À OBRA D’ARTE”, tendo em vista desenvolver trabalhos de Artes Visuais, para as escolas do pré-escolar e 1º Ciclo, numa das quatro manifestações artísticas à escolha:Desenho, Pintura, Modelação ou Impressão

O trabalho desenvolve-se a partir da audição e interpretação de uma obra infantil:

– “O Ponto”, de Peter H. Reynolds[1] para o pré-escolar e o 1º e 2º anos;

– “O Museu”, de Peter H. Reynolds , Susan Verde [2] para o 3º e 4º anos.

Deseja-se proporcionar uma experiência estimulante na exploração de expressões plásticas, induzidas pelo tema decorrente da obra literária e que mobilizem as diferentes Aprendizagens Essenciais e áreas de competência do Perfil dos Alunos. este projeto conta com a inscrição de cerca de 90 professores e a cerimónia final no dia 23 de junho, na Biblioteca Municipal de Alcântara.

 

 

[1] https://www.bruaa.pt/loja/o-ponto/, https://www.youtube.com/watch?v=UCHJNgnviyo&ab_channel=estorias_ao_adormecer

[2] https://www.presenca.pt/products/o-museu , https://www.youtube.com/watch?v=s11SGujW6xM&ab_channel=umahist%C3%B3riapordia

A EDUCAÇÃO ARTÍSTICA

É hoje unanime para todos que a inclusão da Educação Artística nos currículos educativos é fundamental, uma vez que a arte introduz uma diferenciação qualitativa única que promove o acesso a uma visão singular da realidade e potencia o processo de complexificação das estruturas cognitivas. Ainda assim, a sua concretização e as suas múltiplas finalidades têm sido objeto de intenso debate. Este debate conduz a perguntas como:

– A educação artística destina-se a um núcleo restrito de alunos talentosos em disciplinas selecionadas ou é para todos?

– O ensino artístico deve acompanhar o percurso dos alunos nos doze anos de escolaridade ou não?

– A educação artística deve ser ensinada como disciplina virada para si própria ou virada para o conjunto de conhecimentos, capacidades e valores que pode transmitir ou ambas as coisas?

Apesar de persistirem estas e outras questões uma coisa é certa, todas as declarações políticas nacionais em matéria de educação realçam constantemente a importância da dimensão cultural e a necessidade de promover as aptidões artísticas e criativas dos jovens que nos escusamos aqui repetir.

Identificam-se duas abordagens de enquadramento da educação artística nos documentos de orientação nacionais e internacionais: uma área integrada das “artes” ou disciplinas artísticas separadas. As artes podem ser ensinadas como matérias de estudo individuais, através do ensino das várias disciplinas artísticas ou, como método de ensino aprendizagem em que as dimensões cultural e artística são incluídas em todas as disciplinas (dramatização ou música como método de ensino aprendizagem de línguas; as cores, formas e objetos originários das artes visuais para ensinar conhecimentos da física, biologia ou geografia, etc.). Esta duas abordagens podem ser aplicadas simultaneamente, não se excluindo mutuamente.

Entre os países europeus a concepção dos currículos artísticos varia muito: em cerca de metade, cada disciplina artística é tratada separadamente no currículo (por exemplo, música ou artes visuais) enquanto na outra metade, as disciplinas são tratadas em conjunto como uma área de conhecimento integrada. Porém, os mesmos estudos concluem que para que esta abordagem interdisciplinar produza efeito são necessárias mudanças nos métodos de ensino e na formação dos professores.

Sabemos que qualquer abordagem à educação artística deve ter como ponto de partida as culturas a que o educando pertence. No entanto, do ponto de vista pragmático é possível fazer uma sinalização das competências a incluir na área artística: comunicação, criatividade, processos artísticos, colaboração, pensamento critico, etc.. Sobre estas constantes, entre outros, deixamos aqui exemplos de alguns quadros didáticos.

 

 

 

Área Artística e Tecnológica – SOLUÇÕES CURRICULARES

 

  

São oito áreas de competências desenvolvidas no currículo da Nova Zelândia: Inglês, as artes, saúde e educação física, aprendizagem de línguas, matemática e estatística, ciência, ciências sociais e tecnologia. O aprendizado associada a cada área é parte de uma educação ampla, geral e estabelece uma base para a especialização mais tarde.

 

Artes – área de competências

Nas artes, os alunos exploram e comunicam ideias conectando pensamento, imaginação e sentidos para criar trabalhos. As artes têm suas próprias línguas distintas, (verbais e não-verbais), mediadas por processos e tecnologias selecionadas. Através do movimento, som e imagem, as artes transformam ideias criativas das pessoas em obras expressivas que comunicam significados.

A Educação Artística, comemora expressões artísticas únicas. Aprendizagem em, através e sobre as artes estimula a ação criativa e resposta por envolver e conectar pensamento, imaginação, sentidos e sentimentos, Nas artes, os alunos aprendem a trabalhar tanto de forma independente e em colaboração para construir significados, produzir obras e responder aos e contribuições de valor dos outros. Aprendem a usar a imaginação para se envolver com resultados inesperados e explorar várias soluções. Através do uso de pensamento e ação criativa e intuitiva, os alunos nas artes são capazes de ver o seu mundo a partir de novas perspetivas. Através do desenvolvimento de literacia em artes, os estudantes, como criadores, apresentadores, telespectadores e ouvintes, são capazes de participar, interpretar, valorizar e apreciar as artes ao longo das suas vidas.

Arte – área curricular do 1º/8º, 9º/10º e 11º/13º ano

A área de aprendizagem das artes compreende quatro disciplinas: dança, teatro, música – artes de som e artes visuais.

Dentro de cada disciplina, os alunos desenvolvem habilidades, conhecimentos, atitudes em cada um dos oito níveis do currículo. Através de práticas de artes e o uso de tecnologias os alunos geram ideias artísticas por ciclos de ação e reflexão.

Cada disciplina está estruturada em torno de quatro vertentes interligadas: compreender as Artes em contexto; desenvolver o conhecimento prático nas artes; desenvolver ideias nas artes, e interpretar e comunicar da nas artes.

O objetivo de realização para cada disciplina com o seu corpo distinto de conhecimentos desenvolve-se em espiral, em profundidade e significativamente:

Ao longo de anos de 1- 8, os alunos irão aprender em todas as quatro disciplinas.

Ao longo do ano 9 -10, cada aluno irá aprender em, pelo menos, duas.

Os alunos nos anos 11 -13 podem se especializar em uma ou mais das disciplinas ou desenvolver estudar em multimédia e outras novas tecnologias.

 

 

Tecnologia – área de competências

Em tecnologia, os alunos aprendem a ser desenvolvedores inovadores de produtos e sistemas e consumidores exigentes que vão fazer a diferença no mundo. Tecnologia é a intervenção do projeto: o uso de recursos práticos e intelectuais para desenvolver produtos e sistemas (resultados tecnológicos) que ampliam as possibilidades humanas, abordando as necessidades e percebendo oportunidades. Adaptação e inovação estão no coração da prática tecnológica.

Tecnologia nunca é estática. É influenciada pelos e nos impactos ligados a condições culturais, éticos, ambientais, políticos e económicos do dia a dia.  O objetivo é que os alunos a desenvolvam num amplo conhecimento tecnológico que irá equipá-los a participar na sociedade como cidadãos informados e dar-lhes acesso a carreiras tecnológicas. Aprendem habilidades práticas que desenvolvem modelos, produtos e sistemas, assim como aprendem sobre a tecnologia como um campo de atividade humana, experimentando e / ou explorando exemplos históricos e contemporâneos da tecnologia a partir de uma variedade de contextos.

A tecnologia faz uso empreendedor do seu próprio conhecimento e habilidades particulares, juntamente com os de outras disciplinas. Gráficos e outras formas de representação visual oferecem ferramentas importantes para a exploração e comunicação, também está associada com a transformação de energia, da informação, e materiais. áreas tecnológicas incluem estrutura, controle, tecnologia da informação e comunicação e biotecnologia. Os contextos de aprendizagem podem ser tão variados como software de jogos de computador, produtos alimentícios, criação de minhocas, sistemas de segurança, figurinos e adereços, sinalização, etc.

Tecnologia – área curricular do 1º/8º, 9º/10º e 11º/13º ano

O programa de ensino e aprendizagem de Tecnologia irá integrar três vertentes: a prática tecnológica, conhecimento tecnológico e natureza da tecnologia., embora uma determinada unidade de trabalho / projeto se possa concentrar em apenas um ou dois, ao longo de anos de 1-8, os alunos irão aprender em todas as vertentes.

Os alunos devem ser encorajados a solicitar conhecimentos e habilidades relevantes de outras áreas de aprendizagem. Na vertente prática tecnológica desenvolvem uma série de resultados, incluindo conceitos, planos, resumos, modelos tecnológicos, e produtos ou sistemas totalmente realizados.

Os estudantes investigam questões e os resultados existentes e utilizar os entendimentos obtidos, juntamente com princípios e abordagens de design, para informar a sua própria prática. Eles também aprendem a considerar a ética, requisitos legais, protocolos, códigos de prática e as necessidades dos e impactos potenciais sobre as partes interessadas e o meio ambiente.

Através da vertente conhecimento tecnológico, os alunos desenvolvem conhecimento específico para as empresas tecnológicas e ambientes e entendimentos de como e por que as coisas funcionam. Os alunos aprendem como a modelagem funcional é utilizado para avaliar ideias de design e como prototipagem é utilizada para avaliar a aptidão para fins de sistemas e produtos que são desenvolvidos. Uma compreensão das propriedades dos materiais, usa e desenvolvimento é essencial para compreender como e por que os produtos funcionam da maneira que eles fazem.

Da mesma forma, um entendimento das partes constituintes de sistemas e como estes trabalham em conjunto é essencial para compreender como e por que os sistemas operam da maneira que eles fazem. Através da natureza da tecnologia vertente, os alunos desenvolver uma compreensão da tecnologia como uma disciplina e de como ele difere de outras disciplinas. Eles aprendem a criticar o impacto da tecnologia sobre as sociedades e o ambiente e para explorar como a evolução e os resultados são avaliados por diferentes povos em diferentes épocas. Ao fazê-lo, eles apreciam a natureza socialmente incorporado da tecnologia e tornam-se cada vez mais capazes de se envolverem com as questões atuais e históricos e explorar cenários futuros.

Nos anos 11-13, os alunos trabalham com menos contextos em maior profundidade. Isto obriga-os a integrar aprendizagens de outras disciplinas. Por exemplo, os estudantes que trabalham com materiais e / ou tecnologia de alimentos vão precisar da química, e estudantes que trabalham em um projeto arquitetónico vão descobrir que uma compreensão da história da arte é inestimável. Algumas escolas podem oferecer cursos como eletrónica e horticultura como especializações tecnológicas.

Aprendizagem para os alunos seniores abre caminhos que podem levar a carreiras relacionadas com a tecnologia. Os estudantes podem acessar as oportunidades de aprendizagem no local de trabalho disponíveis em uma gama de indústrias ou passar para o estudo superior ainda mais especializada.

Saber mais  Continuar a ler “Área Artística e Tecnológica – SOLUÇÕES CURRICULARES”

NOVAS AÇÕES DE FORMAÇÃO ON-LINE

Embora com o Plano de Formação para o ano 2022/2023 em implementação, a vasta procura de ações de formação especificas da área artística e tecnológica em modalidade remota, exigiu a reposição destas ações. Esperamos assim corresponder às necessidades formativas dos professores que nos solicitam e procuram formação de qualidade.

NOVAS AÇÕES ON-LINE 2023

AÇÕES FORMAÇÃO

25H

 

Conteúdo

 

 

Datas/Horários

 

 

Formador

 

 

1.   “ILUSTRAÇÃO DIGITAL: as tecnologias de informação e comunicação (TIC) e as artes visuais

 

Registo: CCPFC/ACC  -113345/21

Nº de horas acreditadas: 25,

Modalidade: Curso de Formação – E-learning,

Destinado a: Professores dos Grupos 240,530 e 600

Estado: C/ Despacho – Acreditado,

Válida até: 22-11-2024

 

 

– Definição e funções da ilustração, enquanto arte, serviço e componente.

– A transição de técnicas tradicionais para técnicas digitais nos diferentes géneros de ilustração; ilustração editorial, publicitária, animação, científica, Ilustração para crianças, banda desenhada, caricatura, retrato, o livro de artista, mista, conceptual art.

– Imagem digital; manipulação e edição de imagem; importação e manipulação de imagens digitalizadas.

– Experiências de aprendizagem; exploração de softwares educativos freeware e shareware e suas aplicações em contexto educativo.

– Exploração de softwares educativos (Adobe Photoshop).

 

 

25 de FEV

04 e 18 de MAR e

22 de ABR

 

Sábado, 09:30/12:30hrs

Distribuição de horas

Nº de horas presenciais conjuntas: 0

Nº de horas online síncrono: 12 horas (4 sessões de 3H)

Nº de horas online assíncrono: 13 horas

 

 

 

 

Sónia Guedes

 

 

2.  “ANIMAÇÃO DE IMAGENS como forma de comunicação”

 

Registo: CCPFC/ACC-113607/21,

Nº de horas acreditadas: 25,

Modalidade: Curso de Formação – E-learning,

Destinado a: Professores dos Grupos 240,530 e 600.

Estado: C/ Despacho – Acreditado

Válida até: 20-12-2024

 

 

– Introdução aos princípios básicos da imagem em movimento.

– As técnicas de cinema de animação, os softwares e restantes materiais necessários.

– As técnicas: rotoscopia, pixilação, animação com areia, recortes, plasticina.

– Programas de captura e de edição áudio e vídeo; tipos de ficheiros; problemas e soluções;

– Realização de um filme de animação, com utilização de softwares gratuitos.

– Realização de storyboards e montagem do vídeo

 

 

01, 08, 22 de MAR e 05 de ABR

 

Quarta-feira, 18:30/21:30hrs

Distribuição de horas

Nº de horas presenciais conjuntas: 0

Nº de horas online síncrono: 12 horas (4 sessões de 3H)

Nº de horas online assíncrono: 13 horas

 

João Católico

 

   3. “O LIVRO como recurso didático” 

 

Registo: CCPFC/ACC –117242/22,

Nº de horas acreditadas: 25,

Modalidade: Curso de Formação – E-learning,

Destinado a: Professores dos Grupos 240, 530 e 600

Estado: C/ Despacho – Acreditado

Válida até: 19-09-2025

 

– A construção de um livro em contexto escolar.

– Perspetiva histórica. O livro de artista. Anatomia de um livro.

– Análise das várias tipologias de livros: pop-up, álbum ilustrado, livro sem palavras/livro-imagem, perfurados, com abas, etc.

– A importância da narrativa: ficção, não ficção, poesia, fábula, informativos, foto livro, entre outros.

– A ilustração, estilos e a relação entre o texto e a imagem.

– Métodos de reprodução, impressão e encadernação

 

11 de FEV,  25 de MAR e 6 de MAI

 

Sábado 9:00/13:00hrs

Distribuição de horas

Nº de horas presenciais conjuntas: 0

Nº de horas online síncrono: 12 horas (3 sessões de 4H)

Nº de horas online assíncrono: 13 horas

 

 

Marco Taylor

 

 

 

4. “O DIÁRIO GRÁFICO:   ferramenta pedagógica para o desenvolvimento da expressão gráfico-plástica”

 

Registo: CCPFC/ACC –

Nº de horas acreditadas: 25,

Modalidade: Curso de Formação – E-learning,

Destinado a: Professores dos Grupos 240, 530 e 600

Estado: em acreditação

Válida até:

 

 

Abordagem a diferentes autores

– Urban Sketchers

– Materiais necessários

– Conteúdos programáticos – Aprendizagens Essenciais;

– Construção de diário gráfico indutores de diferente abordagem didática;

– Personalização do diário gráfico;

– Visitas de estudo / trabalho de campo (desenho no exterior)

– Experimentação de técnicas e materiais de expressão:

 

19, 26 de ABR e 03, 24 de MAI

Quarta-feira,  18:30/21:30hrs

Distribuição de horas

Nº de horas presenciais conjuntas: 0

Nº de horas online síncrono: 13 horas (4 sessões de 3H)

Nº de horas online assíncrono: 12 horas

 

 

Carla Cardoso

 

 

5.   “O LIVRO DO ARTISTA: da conceção à realização”

 

Registo: CCPFC/ACC –  118862/22

Nº de horas acreditadas: 25,

Modalidade: Curso de Formação – E-learning,

Destinado a: Professores dos Grupos 240, 530 e 600

Estado:  C/ Despacho – Acreditado

Válida até: 05-12-2025

 

 

 

 

– Introdução aos princípios básicos sobre o livro de artista em contexto escolar

– Ilustração: símbolos e narrativas, relação imagem-texto; storyboard

–  As diversas técnicas à concretização do livro de artista (encadernação e design gráfico).

– Livro de Artista: tipologia, formato e anatomia do livro.

 

 

01, 08, 15 de MAR e

22 de MAR 19 de ABR

 

Quarta-feira, 18:00/20:00hrs e

Quarta-feira, 18:00/21:00hrs

Distribuição de horas

Nº de horas presenciais conjuntas: 0

Nº de horas online síncrono: 12 horas (5 sessões de 3H)

Nº de horas online assíncrono: 13 horas

 

 

Manuela Bigote

 

6. “EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA: as estratégias de aprendizagem  ativa nas salas de aula com recurso às TIC”

 

Registo: CCPFC/ACC- 117202/22,

Nº de horas acreditadas: 25,

Modalidade: Curso de Formação,

Destinado a: Professores dos grupos 240 e 530

Estado: C/ Despacho – Acreditado

Válida até: 19-01-2024

 

 

 

Formação visa contribuir para a integração do digital nas práticas profissionais e pedagógicas, nas rotinas das escolas, de acordo com uma estratégia global de desenvolvimento digital.

– Potencialidades das TIC no processo de ensino aprendizagem em ET ;

–  Estratégias de exploração das TIC numa perspetiva de gestão de sala de aula;

–  Produção de recursos digitais para o ensino e aprendizagem em ET.

 

 

16, 23  de FEV e  02, 16 de MAR

Quinta-feira 18:30/21:30hrs

Distribuição de horas

Nº de horas presenciais conjuntas: 0

Nº de horas online síncrono: 12 horas (4 sessões de 3H)

Nº de horas online assíncrono: 13 horas

 

 

Paula Barroca

 

 

 

 

© APEVT Setembro, 2022

 

“… do ponto à obra d’arte”

Concurso para crianças do pré-escolar e do 1.º ciclo

“DO PONTO À OBRA D’ARTE”

Uma parceria APEVT / Faber Castell / Biblioteca de Alcântara / BE-CRE da Escola Francisco de Arruda

                                                           

 

   INSCRIÇÕES

APEVT promove, no ano letivo 2022/2023, uma iniciativa para as escolas do pré-escolar e 1º Ciclo designada “DO PONTO À OBRA D’ARTE”, tendo em vista desenvolver trabalhos de Artes Visuais, numa das quatro manifestações artísticas à escolha: Desenho, Pintura, Modelação ou Impressão.

O trabalho desenvolve-se a partir da audição e interpretação de uma obra infantil: “O Ponto”, de Peter H. Reynolds para o pré-escolar e o 1º e 2º anos e o “O Museu”, de Peter H. Reynolds , Susan Verde para o 3º e 4º anos.

Deseja-se proporcionar uma experiência estimulante na exploração de expressões plásticas, induzidas pelo tema decorrente da obra literária e que mobilizem as diferentes Aprendizagens Essenciais e áreas de competência do Perfil dos Alunos.

… ler mais    REGULAMENTO

 

NEWSLETTER

O Newsletter de setembro, embora bastante dedicado ao Encontro Nacional, reflete o envolvimento organizacional da APEVT nos diversos projetos e concursos que  lançou para este ano letivo e a oferta formativa aos professores (Plano de Formação).
Com a realização do trigésimo sétimo Encontro Nacional de Professores a realizar em 19 e 20 de novembro de 2022, para os grupos de docência 110, 240, 530, 600 e 910, com o tema geral integrador “A Educação Artística e Tecnológica no sistema de ensino português: conquistas e desafios” pretende analisar e perspetivar o futuro, divulgar práticas profissionais de projetos com alunos e proporcionar momentos de confraternização, acrescida da eleição dos órgãos sociais da associação para o triénio 2022/2025.

  • NEWSLETTER setembro 2022
  • ÍNDICE
  • ENCONTRO NACIONAL APEVT
  • CENTRO FORMAÇÃO APEVT:
  • PROJETO DICA
    PROJETO DESAFIOS D’ARTE
    PROJETO EXPRESSÃO D’ARTE & DESENVOLVIMENTO
    JOVENS INFLUENCERS GLOBAIS
  • LIVRO RECOMENDADO

 

O PROJETO “Expressões d’Arte & Desenvolvimento – Jovens Influencers Globais”

Sobre o projeto
A ADRA em parceria com a APEVT e a Par promove, no ano letivo 2022/2023, um projeto designado “Expressões d’Arte &
Desenvolvimento – Jovens Influencers Globais”, tendo em vista capacitar crianças e jovens para influenciar políticas públicas
que contribuam para a construção de sociedades mais justas, solidárias, inclusivas, sustentáveis e pacíficas.
O projeto procura responder aos seguintes Objetivos:
–  Sensibilizar, consciencializar e mobilizar a sociedade para os desafios globais através de expressões d’arte;
–  Promover práticas de influência política junto de jovens, que os capacite a serem agentes ativos no processo de tomada de
decisão política, influenciando políticas, na prossecução de um mundo mais justo, solidário e sustentável, no contexto local e global;
– Capacitar e mobilizar jovens para a discussão dos desafios globais enquanto agentes de influência junto de decisores políticos de forma criativa.
O projeto realiza-se a partir de setembro de 2022 e termina em julho de 2023 e organiza-se em três MOMENTOS:
1ºM. Workshops artísticos e temáticos (setembro de 2022 a janeiro de 2023)
Oferta de WORKSHOP para professores envolvidos no concurso, em modalidades de ação de formação de curta duração, Online, certificadas pelo Centro Formação APEVT para efeitos de progressão na carreira docente.
2ºM. Concurso artístico / criação de postais (novembro de 2022 a março de 2023)
Organização CERIMÓNIA presencial de premiação final dos trabalhos em data e local a designar. Cabe à Comissão Organizadora estabelecer e divulgar os prémios.
3ºM. Workshop para envio de postais / exposições temáticas (abril a julho de 2023)
Programação CIRCUITO de exposições itinerantes dos trabalhos premiados e a dinamização de workshops de reflexão ação, sobre as temáticas do projeto e que se irão traduzir em mensagens escritas dos postais ilustrados, a realizar por quatro regiões do país ( Porto, Lisboa, Funchal, Ponta Delgada ) e escolas que o solicitem.

(obtenha toda a informação clicando em …) Concurso Artístico de Criação de Postais

Para quem: alunos dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico / jovens entre os 10 e 15 anos

Sobre o quê: Agenda 2030 – Transformar o Nosso Mundo

GRUPOS TEMÁTICOS

Qualidade de Vida

ODS 1 – Erradicação da Pobreza

ODS 2 – Erradicação da Fome

ODS 3 – Saúde de Qualidade

ODS 6 – Água e Saneamento

Desenvolvimento Sustentável

ODS 7 – Energias Renováveis e Acessíveis

ODS 8 – Trabalho Digno e Crescimento Económico

ODS 9 – Indústria, Inovação e Infraestruturas

ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis

ODS 12 – Produção e Consumo Sustentáveis

Sociedade Justa

ODS 4 – Educação de Qualidade

ODS 5 – Igualdade de Género

ODS 10 – Reduzir as Desigualdades

Nosso Planeta

ODS 13 – Ação Climática

ODS 14 – Proteger a Vida Marinha

ODS 15 – Proteger a Vida Terrestre

Mundo Justo

ODS 16 – Paz, Justiça e Instituições Eficazes

ODS 17 – Parcerias para a Implementação dos Objetivos

PLANO FORMAÇÃO 2022/2023

 

Iniciamos o Plano de Atividades de Formação Contínua de Professores do Centro de Formação APEVT  para o ano 2022-2023 com vinte e quatro (24) ações, seis (6) Online e dezoito (18) presenciais, das quais oito (8) realizadas pelas Delegações Regionais da APEVT da Madeira e dos Açores. Prevemos durante a execução do plano oferecer outras ações, atendendo às necessidades e novas oportunidades formativas.

Já se pode inscrever neste mesmo site (clicando nas formações enumeradas na coluna do lado direito da pagina inicial).

Consulte o Plano em: PLANO FORMAÇÃO