Boas Festas e um Próspero Ano Novo

A APEVT deseja a todos os professores  Boas Festas e um Próspero Ano Novo

No final de mais um ano das nossas vidas importa relembrar que, enquanto professores de EVT, a proposição sobre a relevância do desenvolvimento da área da Educação Artística e Tecnológica deve constituir uma componente relevante da educação, acessível a todos os alunos e que não podemos aceitar que esteja invariavelmente condicionada no curriculo à disponibilidade de recursos humanos ‘existentes’.

Para haver Educação Artística e Tecnológica é preciso, antes de mais, que as artes visuais, a tecnologia e oficios artisticos estejam assumidamente no currículo e sejam uma opção política coerente, de um desígnio de ideologia curricular.

Neste contexto,  a APEVT ao desejar a todos os professores desta área  Boas e merecidas Festas, relembra também que  permanecem  preocupações lesivas aos interesses pedagógicos dos alunos e sócioprofissionais dos professores sobre o que ainda se revela insuficiente no Dec. Lei 55/2018, nomeadamente nas suas matrizes curriculares base:

  • A estruturação dos planos curriculares atendendo aos princípios de equilíbrio, coerência, integração e sequência nos diferentes ciclos de estudo;
  • A valorização efetiva do papel e lugar da Educação Artística e Tecnológica nas matrizes curriculares, garantindo uma carga horária minima exigivel potenciadora de aprendizagens eficazes e de qualidade, em tudo contrária à atomização curricular;
  • A concretização da coadjuvação no 1º ciclo nas diferentes áreas artísticas sem fazê-la depender dos escassos (ou inexistentes) recursos humanos disponíveis no sistema;
  • A concretização da oferta obrigatória de Complemento à Educação Artística, tanto no 2º ciclo como no 3º ciclo, independentemente  dos recursos humanos disponíveis no sistema;
  • A fundamentação científica e pedagógica sobre o lugar e papel da disciplina TIC na área artística e tecnológica nos 2º e 3º ciclos.

 Direção APEVT, 2018

 

Ações de Formação com inicio em JANEIRO e FEVEREIRO

.As inscrições para as Ações de Formação a começar em Janeiro e Fevereiro encontram-se ainda abertas.

No lado direito da página principal deste site,  podem encontrar a lista das ações, na coluna “Próximas Formações”, se clicarem sobre a ação desejada acedem ao formulário de caraterização da ação e ao link para inscrição.

  ADIADA 23 JANEIRO     ADIADA 23 FEVEREIRO

      

Academias Gulbenkian do Conhecimento

PROJETO “Academias Gulbenkian do Conhecimento – Metodologias de Referência”

A valorização da cultura territorial é uma das áreas em que se sente a necessidade de desenvolver as competências das novas gerações, identificada nas medidas da PNAP e do Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território, de “ativar a educação para uma nova cultura territorial”.

O objetivo final deste projeto, coordenado pela Ordem do Arquitetos em parceria com a APEVT, a APG e outas associações, pretende desenvolver as competências de 200 jovens dos 13 aos 18 anos, para os habilitar a reconhecer o valor dos espaços interiores e exteriores onde vivemos e identificar os desafios que se colocam ao território, num ambiente de participação ativa, com 10 escolas de 5 cidades diferentes do país. Com recurso ao método “Criatividade, resolução de problemas em ação”, o projeto estimula as oportunidades de realização dos jovens e o interesse das orientações curriculares pela qualidade da arquitetura e da paisagem urbana e rural, para enraizar a consciência do lugar e valorizar o território e o património como bens comuns, que devemos legar às próximas gerações.

O projeto desenvolve-se em duas fases, seguindo a metodologia de referência, a primeira de formação e a segunda de implementação. No contexto da formação teremos 20 mentores, definindo-se o grupo de 4 elementos (docentes de Artes Visuais ou Educação Visual e Tecnológica e de Geografia, Arquitectos e Arquitectos Paisagistas), em cada um dos 5 concelhos. Estes serão responsáveis pela partilha da metodologia com os docentes das 10 Escolas identificadas, enquanto co-mentores, implementando em conjunto o projeto, com cerca de 200 estudantes: 10 turmas do 2º e 3º ciclos ou do secundário (duas em cada um desses concelhos). Iniciando-se em Setembro de 2018 com a formação dos mentores, a implementação nas Escolas decorre no 2º e 3º período do ano letivo, até Junho de 2019, com uma sessão de 90 minutos por semana e 3 saídas de campo, que serão os momentos de encontro dos jovens e partilha de experiências e resultados, perfazendo as horas de participação ativa com os estudantes.

Plano de Formação do Centro de Formação APEVT

ANO  LETIVO  2021 / 2022

 

 

PLANO DE FORMAÇÃO 2021/2022

MISSÃO E OBJETIVOS

Do Plano de Atividades de Formação para o ano 2021/2022 constam, entre outros, os seguintes objetivos de intervenção.

  • Contribuir para o desenvolvimento profissional dos professores, centrando a formação na escola e desenvolvendo-a em torno do aprofundamento dos conhecimentos científico pedagógicos e da reflexão sobre as próprias práticas.
  • Elaborar e disponibilizar modalidades de formação em contexto sala de aula, em resposta aos problemas identificados pelos professores nas suas práticas pedagógicas e formação.
  • Constituir redes de parceria com associações congéneres, associações de escolas e instituições de ensino superior, tendo em vista a diversidade e qualidade da oferta formativa.

Apesar das vicissitudes e do clima de insegurança decorrente da crise pandémica, prosseguimos com as ações de formação que resultam do interesse pessoal dos professores e das suas necessidades educativas e que estimulem o aperfeiçoamento das práticas e competências nos domínios de desempenho do ensino da expressão plástica, da educação visual, da educação tecnológica e das artes visuais.

Neste contexto, optou-se pela oferta semestral privilegiando ações On-line e ações presenciais com trabalho autónomo em contexto, (oficinas, trabalho prático e experimental), programadas de acordo com a situação pandémica e em conformidade com o período excecional de reconversão de cursos presenciais em regime a distância, por determinação da Carta Circular do Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua, CCPFC

Este ano, verificou-se mais um significativo aumento na procura e consequente oferta de ações de formação, em diferentes modalidades decorrente das necessidades apuradas, com incidência nas temáticas das Didáticas Especificas e da Flexibilidade Curricular, vid. Gráfico.

 

Apesar da crise epidemiológica o número de formandos na totalidade das ações foi cerca de setecentos e cinquenta, distribuídos pelas diferentes modalidades de formação, vid. gráfico.

 

 

Merece, também, referencia a diversidade, cada vez maior, de formandos oriundos dos grupos de docência dos diversos ciclos de estudo da área artística e tecnológica.

 

 

 

Apesar das vicissitudes e do clima de insegurança propomos para o ano 2021/2022  prosseguir com as ações de formação que resultem do interesse pessoal dos associados e das necessidades emergentes das mudanças educativas do sistema, que estimulem o aperfeiçoamento das práticas e competências nos domínios de desempenho do ensino da expressão plástica, da educação visual, da educação tecnológica e das artes visuais.

Neste sentido a oferta será semestral privilegiando ações On-line e ações presenciais com trabalho autónomo em contexto, (oficinas. trabalho prático e experimental). O segundo semestre, entre março e julho, será programado de acordo com a situação pandémica e da extensão do período excecional de reconversão de cursos presenciais em sessões on-line, declarado pelo CCPFC.

 

AÇÕES DE FORMAÇÃO

Da oferta de formação do Plano Anual de Atividades do Centro de Formação, assinala-se as ações acreditadas pelo CCPFC e realizadas e desenvolvidas nas modalidades de Curso de formação e Oficinas de formação nas áreas e domínios:

A – Ciências da Especialidades, (A135, A126, A127);

B – Ensino da Educação e das Ciências da Educação, (B106 científico pedagógica);

C – Práticas Pedagógico Didáticas, (C106 didáticas especificas).

São as seguintes ações de formação:

PLANO DE FORMAÇÃO

2.º S E M E S T R E – JAN/JUN 2021/2022

 

Formação ON-LINE

               2º Semestre Jan/Jun

 

 

      Conteúdo

 

 

 Datas/Horários

 

 

Formador

 

 

1.    “O DIÁRIO GRÁFICO: ferramenta didática promotora de criatividade no ensino da Área Artística e Tecnológica” – 25H   acreditadas

 

Registo: CCPFC/ACC-109035/20

Modalidade: Curso de Formação

Destinado a: Professores dos grupos 240, 530 e 600

 

– Abordagem a diferentes autores

– Urban Sketchers

– Materiais necessários

– Conteúdos programáticos – Aprendizagens Essenciais;

– Construção de diário gráfico indutores de diferente abordagem didática;

– Personalização do diário gráfico;

– Visitas de estudo / trabalho de campo (desenho no exterior)

– Experimentação de técnicas e materiais de expressão:

 

25 de Janeiro e

1, 8, 15 de Fevereiro e 8 de Março

 

3ª feira,  18:30/21:30hrs

 

Síncronas: 3H, 3H, 3H, 3H, 3H  (15H)

Assíncronas:   3H, 3H, 4H         (10H)

 

 

 

 

 

Carla Cardoso

 

2.    “A ILUSTRAÇÃO: a interação textual-icónica na narrativa visual – 25H acreditadas

 

Registo: CCPFC/ACC-109025/20

Modalidade: Curso de Formação

Destinado a: Professores dos grupos 240, 530 e 600

 

– Definição e contextualização histórica/prática da Ilustração.

– Géneros de ilustração, articulação texto/imagem.

– Análise do trabalho de alguns ilustradores

– O caso do livro-imagem;

– A criação de narrativas visuais sem texto

– A articulação texto/imagem;

– Expressão gráfica relação a palavra com a imagem;

– Produção gráfica (digital, serigráfica, pop-up, colagem, etc.

 

29 de Janeiro, 12, 26 de Fevereiro

 e 26, Março

 

Sábado, 9:00/13:00hrs

 

Síncronas: 4H, 4H, 4H, 3H   (15H)

Assíncronas:   3H, 3H, 4H    (10H)

 

 

 

 

Marco Taylor

 

 

3.    ILUSTRAÇÃO DIGITAL: as TIC no desenvolvimento de qualidades comunicacionais e expressivas para as práticas pedagógicas” – 25H acreditadas

 

Registo: CCPFC/ACC-107908/20

Modalidade: Curso de Formação,

Destinado a: Professores dos grupos 240, 530 e 600

 

 

– Definição e funções da ilustração, enquanto arte, serviço e componente.

– A transição de técnicas tradicionais para técnicas digitais nos diferentes géneros de ilustração.

– Exploração prática em contexto educativo: experiências de aprendizagem.

– Exploração de softwares educativos (Adobe Photoshop).

 

19, 26 de Fevereiro e

5, 19 de Março

 

Sábado, 9:30/13:30hrs

 

Síncronas: 4H, 3H, 4H, 4H,  (15H)

Assíncronas:   3H, 3H, 4H   (10H)

 

 

 

 

 

Sónia Guedes

 

   
 

4.  “A IMAGEM ANIMADA como forma de comunicação” – 25H  acreditadas

 

Registo: CCPFC/ACC-109033/20

Modalidade: Curso de Formação

Destinado a: Professores dos grupos 240, 530 e 600

 

 

– Introdução aos princípios básicos da imagem em movimento. As técnicas de cinema de animação, os softwares e restantes materiais necessários

– As técnicas: rotoscopia, pixilação, animação com areia, recortes, plasticina.  Programas de captura e de edição áudio e vídeo; tipos de ficheiros; problemas e soluções;

– Realização de um filme de animação, com utilização de softwares gratuitos. Realização de storyboards e montagem do vídeo

 

 8, 15, 22, 29 de Março e 19 de Abril

 

Terça-feira, 18:30/21:30hrs

 

Síncronas: 3H, 3H, 3H, 3H, 3H  (15H)

Assíncronas:   3H, 3H, 4H         (10H)

 

 

 

João Católico

5.    “A CRIATIVIDADE na Área Artística e Tecnológica: métodos e técnicas promotoras de pensamento criativo em ação” – 25H acreditadas

Registo: CCPFC/ACC-109034/20

Modalidade: Curso de Formação

Destinado a: Professores dos grupos 240, 530 e 600

 

 

– Conceito de Criatividade: Breve evolução do conceito;

– Perspetiva de “pequeno C” da Criatividade.

– Características e necessidades da sociedade atual, as 4Cs;

Interseções entre Criatividade e Educação;

– Desenvolvimento das capacidades criativas nas crianças e jovens. Bloqueio e potencialidades;

– O papel dos professores neste processo. Análise sistémica da criatividade.

–  Técnicas e estratégias do pensamento criativo.

 

5, 12, 19, 26 de Março e 2 Abril

 

Sábado, 10:00/13:00hrs

 

Síncronas: 3H, 3H, 3H, 3H, 3H  (15H)

Assíncronas:   3H, 3H, 4H         (10H)

 

 

 

 

 

Carla Pereira

 

6.    ARTE e EDUCAÇÃO: metodologias de

observação da obra de arte -30H acreditadas

 

Registo: CCPFC/ACC-101452/18

Modalidade: Oficina de Formação

Destinado a: Professores dos grupos 110, 240

 

–  Análise da obra de arte segundo alguns autores.

–  Visita ao museu, (físico ou virtual), reflexão sobre a aprendizagem artística que suscita uma abordagem interdisciplinar. Construção de recursos pedagógicos.

– Releitura das obras de arte: Expressão, comunicação e representação visual.

–  Experiências de exploração e manipulação de técnicas e materiais.

– Gestão da operacionalização do projeto a concretizar em contexto de sala de aula.

 

24, 31 de Março,

21, 28 de Abril e 19, 26 de Maio

 

5ª feira,  17:00 e 18:00/20:00hrs

 

Síncronas: 2H, 3H, 2H, 3H, 2H, 3H  (15H)

Trabalho autónomo:   (15H)

 

 

 

 

Carmo Afonso

 

7.    “ANIMAÇÃO em STOP MOTION” – 25H

 

 

Registo: CCPFC/ACC

Modalidade: Curso de Formação

Destinado a: Professores dos Grupos 240, 530 e 600

 

– Noções básicas da linguagem de animação

– Construção de um flipbook

– Introdução à técnica de Stop Motion Aplicativos para realizar animações com a técnica de Stop Motion

– Como usar o aplicativo Studio Stop Motion no smartphone

– Desenvolvimento de exercícios de animação com diferentes materiais

– Criação de um projeto de animação: seleção do tema/história, storyboard, personagens, cenário e edição de imagem.

 

26 de Abril e

3,10,17 de Maio e 7 Junho

 

3ª feira,  18:30/21:30hrs

 

Síncronas: 3H, 3H, 3H, 3H, 3H  (15H)

Assíncronas:   3H, 3H, 4H         (10H)

 

 

 

 

 

Carla Cardoso

 

8.    “O LIVRO COMO OBJETO DE ARTE”- 25H

       acreditadas

 

Registo: CCPFC/ACC-109028/20

Modalidade: Curso de Formação

Destinado a: Professores dos grupos 240, 530 e 600

 

– A construção de um livro em contexto escolar.

– Perspetiva histórica. O livro de artista. Anatomia de um livro.

– Análise das várias tipologias de livros: pop-up, álbum ilustrado, livro sem palavras/livro-imagem, perfurados, com abas, etc.

– A importância da narrativa: ficção, não ficção, poesia, fábula, informativos, foto livro, entre outros.

– A ilustração, estilos e a relação entre o texto e a imagem.

– Métodos de reprodução, impressão e encadernação

 

 

30 de Abril e 7, 14, 21 de Maio 

 

Sábados. 9:00/13:00hrs

 

Síncronas: 4H, 3H, 4H, 4H  (15H)

Assíncronas: 3H, 3H, 4H     (10H)

 

 

 

 

Elisabete Brás

 

Formação PRESENCIAL

2º Semestre Jan/Jun.

 

 

Conteúdo

 

 

LOCAL

Datas/Horários

 

 

Formador

 

 

9.    Expressão Plástica no Pré-Escolar e 1.º CEB – 26H acreditadas

 

Registo:  CCPFC/ACC-104709/19

Nº de horas acreditadas: 26hrs (13hrs autónomas)

Modalidade: Oficina de Formação

Destinatários. Professores dos  grupos 100, 110

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

– Oferta individual de materiais de desenho e pintura,

(parceria Apevt / Faber Castell ).

 

 

– Orientações Curriculares. Aspetos pedagógicos e metodológicos.

– Etapas de evolução do desenho na criança.

–  Expressão, comunicação e representação visual.

 

– Realização de Desafios de desenho e exploração materiais com abordagens criativas (técnicas surrealistas e  de pensamento divergente).

– Propriedades, características, e modos de utilização, de materiais (de desenho e pintura) mais tradicionais (carvão vegetal e mineral, grafite e corantes), presentes nos pastéis,  lápis e aguarelas.

– Desafios em diferentes suportes, monotípia / simetria / técnicas de impressão e raspagem, etc.

Manipulação de materiais inovadores e sua correta aplicação em cartão, madeira, azulejo, etc…

 

– Proposta de trabalho autónomo em contexto de sala de aula.

– Partilha e apresentação do projeto realizado.

 

 

 

AÇORES*

(escola a designar)

 

 

 

AVEIRO

(escola a designar)

 

 

BRAGA

(escola a designar)

 

PORTO

(escola a designar)

 

VISEU

(escola a designar)

 

 

LISBOA

EB Francisco de Arruda, Alcântara

 

 

FARO

(escola a designar)

 

 

 

MADEIRA**

(escola a designar)

 

15 de janeiro

2ªsessão

(sábado, 10:00/13:00hrs-14.00/17.30hrs)

 

12 de Fevereiro e

12 de Março

(sábado, 10:00/13:00hrs-14.00/17.30hrs)

 

«       »

 

 

«       »

 

 

«      »

 

23 de Abril e

21 de Maio

(sábado, 10:00/13:00hrs-14.00/17.30hrs)

 

12 de Março e

23 de Abril

(sábado,10:00/13:00hrs-14.00/17.30hrs)

 

28 de Fevereiro e

2 de Março

(sábado,10:00/13:00hrs-14.00/17.30hrs)

 

 

Iva Neves,

Fátima Lopes e Filipa Alves

 

 

 

Sónia Santos

 

 

Manuela Bigote

 

 

Iva Neves

 

 

Carlos Gomes

 

 

 

Carlos Gomes

 

 

 

 

Marco Taylor

 

 

 

 

Adriana Xavier

 

10.Educação Artística e Tecnológica no 2.º, 3.º CEB – 26H acreditadas

 

Registo:  CCPFC/ACC-104708/19

Nº de horas acreditadas: 26hrs (13hrs autónomas)

Modalidade: Oficina de Formação

Destinatários. Professores dos  grupos 240, 600 e 530

 

 

 

 

 

* Inscrições Delegação APEVT- Açores

** Inscrições Plataforma Agir – RAM

 

Plano Formação APEVT-Madeira 2.ºSemestre

As inscrições das Ações de Formação e as Oficinas validadas pela DRE, são feitas na Plataforma Interagir, e atempadamente serão

divulgados os prazos de inscrição.

 

 

Acão de Formação

Oficina de Formação   

 

Conteúdos

 

Local               

 

Datas/Horários

 

Formador

 

 

 EDUCAÇÃO ARTÍSTICA E TECNOLÓGICA: PRÁTICAS INDUTORAS DE SUCESSO

 

Registo: ITG-1988.3164/21 – Plataforma Interagir RAM

Modalidade: Oficina de Formação

Destinatários. Professores dos grupos:

110, 240; 530; 600

 

Horas: 26Hrs (13Hrs presenciais + 13Hrs de trabalho em contexto de sala de aula)

 

Parcerias: APEVT & Faber Castell

EB/PE S. António e Curral das Freiras

Nota: Prof.s da EB/PE de S. António – 20 €

Sócios da APEVT Madeira – 15 €

Não sócios – 35 €

 

 

– Análise das orientações curriculares.

– Propriedades, características, e modos de utilização, de materiais (de escrita, desenho e pintura) mais tradicionais (carvão vegetal e mineral, giz, grafite e corantes), presentes nos lápis e aguarelas.

– Exercícios de aplicação em diferentes suportes.

– Exercícios de monotipia / simetria. Técnicas de impressão e raspagem.

– Proposta de trabalho em contexto de sala de aula.

 

 

 

 

EB/PE

S. António e Curral das Freiras

 

 

 

Sala 203

 

(Carnaval)

28 de Fevereiro

9h às 14.00h

 

2 de março

14h às 18.30h

 

30 de abril

9h às 12,30h

 

Presencial: 13Hrs

(5hrs, 4,5hrs, 3,5hrs)

 

Trabalho autónomo em contexto sala aula: (13hrs)

 

 

 

 

Adriana Fernandes

 

 

 

Carmo Afonso

 

ROBOTICANDO…    

                                                                                       

Registo:  A aguardar validação da DRE

Modalidade: Curso de Formação

 

Destinatários. Professores dos grupos:

100; 100.EE;110; 110.EE; 140; 240; 530; 600

 

Horas: 15Hrs

Nota: Sócios: 15€

Não sócios: 35€

 

– Operadores tecnológicos: Operadores de regulação, correção e funcionamento;

– Estruturas: Perfis e características mecânicas das estruturas resistentes;

– Fabricação e construção: Uniões fixas, móveis e articuladas;

– Acumulação e transformação de energia: Operadores elétricos; Transformações básicas entre as distintas formas de energia (mecânica, elétrica e química);

– Design de produto: Interdisciplinaridade do design; A forma e a função no design de produto; Responsabilidade e design sustentável.

 

 

 

 

EB 2/3 Dr. Horácio Bento de Gouveia

 

 

 

 

Sala 116

 

 

 

 

23 abril

9h às 14h

 

 

30 abril

14h às 19h

 

 

7 maio

9h às 14.00h

 

 

 

 

 

 

Carla Quintião

 

 

Damasceno Pereira

 

OS FIOS TEXTEIS E OS

PERCURSOS ARTÍSTICOS

 

Registo:  A aguardar validação da DRE

Modalidade: Curso de Formação

 

Destinatários. Professores dos grupos:

100; 100.EE;110; 110.EE; 140; 240; 530; 600

 

Horas: 15Hrs

Nota: Sócios: 15€

Não sócios: 35€

 

 

– Perspetiva histórica: a tapeçaria na história da arte

– Mostra e experimentação de diferentes técnicas e instrumentos de transformação das fibras têxteis: o tecido artesanal, o industrial e o decorativo

– Do fio ao tecido: tafetá, sarja e cetim:

– A tapeçaria tecida como forma de arte decorativa

– Análise, reinterpretação e/ou desconstrução de uma obra de arte

– Entre linhas: artes visuais, artesanato e design

– Pintura de cartões para aplicação do trabalho têxtil final.

– Criação de uma tapeçaria como forma de arte.

 

 

 

 

EB 2/3 Dr. Horácio Bento de Gouveia

 

 

 

 

Sala 117

 

 

 

 

 

14, 21 e 28 maio

 

9h às 14.00h

 

 

 

 

 

 

Adriana Fernandes

 

 

 

Paula Ferreira

 

O LIVRO COMO OBJETO DE ARTE

 

Registo:  A aguardar validação da DRE

Modalidade: Curso de Formação

 

Destinatários. Professores dos grupos:

100; 100.EE;110; 110.EE; 140; 240; 530; 600

 

Horas: 25Hrs

Nota: Sócios: 20€

Não sócios: 40€

 

– A construção de um livro em contexto escolar.

– Perspetiva histórica.  Anatomia de um livro.

– Análise das várias tipologias de livros: pop-up, álbum ilustrado, livro sem palavras/livro-imagem, perfurados, com abas, etc.

– O livro de artista.

– Da ideia à encadernação / Construção de um livro através de diferentes abordagens didáticas.

– A ilustração, estilos e a relação entre o texto e a imagem.

– Expressão, comunicação e representação visual, realização de exercícios de desenho e exploração plástica, conformação de materiais, aspetos estruturais e comunicacionais.

 

 

 

 

EB 2/3 Dr. Horácio Bento de Gouveia

 

 

 

 

Sala 117

 

 

 

12, 13 e 14 julho

 

9hrs | 13.00h

14.00h | 17.00h

 

15 julho

9h às 13.00h

 

 

 

Dina Mendes

 

 

 

 

Carmo Afonso

 

PLANO DE FORMAÇÃO

1.º S E M E S T R E – SET/JAN 2021/2022

 

 Ações de Formação  Conteúdos  Datas/Horários  Formador
1.       “O DIÁRIO GRÁFICO: ferramenta didática promotora de criatividade na Área Artística e Tecnológica” – 25H   acreditadas, ON-LINE

Registo: CCPFC/ACC-109035/20

Modalidade: Curso de Formação

Destinado a: Professores dos grupos 240, 530 e 600

 

 

– Abordagem a diferentes autores

– Urban Sketchers

– Materiais necessários

– Conteúdos programáticos – Aprendizagens Essenciais;

– Construção de diário gráfico indutores de diferente abordagem didática;

– Personalização do diário gráfico;

– Visitas de estudo / trabalho de campo (desenho no exterior)

– Experimentação de técnicas e materiais de expressão:

21, 28 de SETEMBRO,

12, 19  de outubro e

02 novembro

3ª feira,  18:30/21:30hrs

 

Síncronas: 3H, 3H, 3H, 3H, 3H  (15H)

Assíncronas:  3H, 3H, 4H (10H)

 

Carla Cardoso
 2.       “A ILUSTRAÇÃO: a interação textual-icónica na narrativa visual – 25H acreditadas, ON-LINE

Registo: CCPFC/ACC-109025/20, Nº de horas: 25

Modalidade: Curso de Formação

Destinado a: Professores dos grupos 240, 530 e 600

 

 

– Definição e contextualização histórica/prática da Ilustração.

– Géneros de ilustração, articulação texto/imagem.

– Análise do trabalho de alguns ilustradores

– O caso do livro-imagem;

– A criação de narrativas visuais sem texto

– A articulação texto/imagem;

– Expressão gráfica relação a palavra com a imagem;

– Produção gráfica (digital, serigráfica, pop-up, colagem, entre outras).

  25 de setembro

09, 23 de outubro e

06 de novembro

Sábado, 9:00/13:00hrs

 

Síncronas: 4H, 4H, 4H, 3H   (15H)

Assíncronas:   3H, 3H, 4H    (10H)

 

 Marco Taylor

 

3.       “O LIVRO COMO OBJETO DE ARTE”- 25H acreditadas, ON-LINE

Registo: CCPFC/ACC-109028/20

Modalidade: Curso de Formação,

Destinado a: Professores dos grupos 240, 530 e 600

– A construção de um livro em contexto escolar.

– Perspetiva histórica. O livro de artista. Anatomia de um livro.

– Análise das várias tipologias de livros: pop-up, álbum ilustrado, livro sem palavras/livro-imagem, perfurados, com abas, etc.

– A importância da narrativa: ficção, não ficção, poesia, fábula, informativos, foto livro, entre outros.

– A ilustração, estilos e a relação entre o texto e a imagem.

– Métodos de reprodução: fotocópia, digital, offset e rizografia.

– Da ideia à impressão e à encadernação e os acabamentos.

 

25 de setembro09, 16, 23 de outubro

 

Sábado 9:00/13:00hrs

 

Síncronas: 4H, 3H, 4H, 4H  (15H)

Assíncronas: 3H, 3H, 4H     (10H)

 

 

 

Elisabete Brás

 4.       “DA IMPRESSÃO AO LIVRO DO ARTÍSTA: desenvolvimento de competências ao nível das artes” – 25H  acreditadas, ON-LINE

 

Registo: CCPFC/ACC-101348/18

Modalidade: Curso de Formação

Destinado a: Professores dos Grupos 240, 530 e 600

 

 

– Introdução O Livro do Artista

– Ilustração  Perspetiva histórica; Mostra de diversos livros;

– Registos gráficos diversos; Símbolos e narrativas; Relação texto-imagem; A noção da síntese;

– Estilos próprios de expressão; Planificação (storyboard); Experimentação de técnicas e conceitos; Espaços vazios – texto\imagem;

– Realização de uma prancha de ilustração.

– Mostra diversas técnicas: Gravura , pop-up, encadernação, cianotipia.

 

  

07, 14, 21 de OUTUBRO e

4, 11, 25 novembro

 

5ª feira 18:30/21:00

 

Síncronas: 2.5H, 2.5H, 2.5H, 2.5H,  2.5H,  2.5(15H)

Assíncronas: : 2.5H, 2.5H, 2.5H, 2.5H  (10H)

 

 

 

 

Manuela Bigote

 5.       Expressão Plástica no Pré-Escolar e 1.º CEB – 26H acreditadas, PRESENCIAL

 

Registo:  CCPFC/ACC-104709/19

Nº de horas acreditadas: 26hrs (13hrs autónomas)

Modalidade: Oficina de Formação

Destinatários. Professores dos  grupos 100, 110

 

– Apresentação. Parceria Faber Castell

– Análise das orientações curriculares.

– Propriedades, características, e modos de utilização, de materiais (de escrita, desenho e pintura) mais tradicionais (carvão vegetal e mineral, giz, grafite e corantes), presentes nos lápis e aguarelas.

– Exercícios de aplicação em diferentes suportes.

– Exercícios de monotipia / simetria. Técnicas de impressão e raspagem tinta-da-china.

– Proposta de trabalho em contexto de sala de aula

Lisboa (AE Francisco de Arruda)

Porto (AE São Pedro da Cova)

 

09 de Outubro

Sábado 10.00/17.00hrs (6H)

06 de Novembro

Sábado 10.00/18.00hrs (7H)

 

 

Iva Neves

e

Sónia Santos

 6.       Educação Artística e Tecnológica no 2.º, 3.º CEB – 26H acreditadas, PRESENCIAL

 

Registo:  CCPFC/ACC-104708/19

Nº de horas acreditadas: 26hrs (13hrs autónomas)

Modalidade: Oficina de Formação

Destinatários. Professores dos  grupos 240, 600 e 530

– Apresentação. Parceria Faber Castell

– Análise das orientações curriculares.

– Propriedades, características, e modos de utilização, de materiais (de escrita, desenho e pintura) mais tradicionais (carvão vegetal e mineral, giz, grafite e corantes), presentes nos lápis e aguarelas. Exercícios de aplicação em diferentes suportes.

– Exercícios de monotipia / simetria. Técnicas de impressão e raspagem tinta-da-china. Manipulação deste material inovador e sua correta aplicação em cartão, madeira, azulejo, etc…

– Proposta de trabalho em contexto de sala de aula.

 

Lisboa (AE Francisco de Arruda)

Porto ( AE São Pedro da Cova)

 

09 de Outubro

Sábado 10.00/17.00hrs (6H)

06 de Novembro

Sábado 10.00/18.00hrs (7H)

 

 

 

Carlos Gomes

e

Manuela Pina

 7.       ILUSTRAÇÃO DIGITAL: as TIC no desenvolvimento de qualidades comunicacionais para práticas pedagógicas” – 25H acreditadas, ON-LINE

 

Registo: CCPFC/ACC-107908/20

Modalidade: Curso de Formação,

Destinado a: Professores dos grupos 240, 530 e 600

 

 

– Definição e funções da ilustração, enquanto arte, serviço e componente.

– A transição de técnicas tradicionais para técnicas digitais nos diferentes géneros de ilustração.

– Exploração prática em contexto educativo: experiências de aprendizagem.

– Exploração de softwares educativos (Adobe Photoshop).

 

23, 30 de outubro e

06, 13, 27 novembro

 

Sábado, 10:00/13:00hrs

 

Síncronas: 3H, 3H, 3H, 3h, 3h    (15H)

Assíncronas:   2.5H, 2.5H, 2.5H, 2.5H  (10H)

  

 

 

Sónia Guedes

 

 8.       “A ANIMAÇÃO em STOP MOTION” – 25H acreditadas, ON-LINE

 

Registo: CCPFC/ACC – 110643/21

Modalidade: Curso de Formação

Destinado a: Professores dos Grupos 240, 530 e 600

– Noções básicas da linguagem de animação

– Construção de um flipbook

– Introdução à técnica de Stop Motion

– Aplicativos para realizar animações com a técnica de Stop Motion

– Como usar o aplicativo Studio Stop Motion no smartphone

– Desenvolvimento de exercícios de animação com diferentes materiais

– Criação de um projeto de animação: seleção do tema/história, storyboard, personagens, cenário e edição de imagem.

 

16, 23, 30 de novembro

Sábado, 10:00/13:00hrs,

07 de dezembro e

11 de janeiro

3ª feira,  18:30/21:30hrs

 

Síncronas: 3H, 3H, 3H, 3H, 3H  (15H)

Assíncronas: 3H, 3H,4H         (10H)

 

 

 

Carla Cardoso

 9.       “A IMAGEM animada como forma de comunicação” – 25H  acreditadas, ON-LINE

 

Registo: CCPFC/ACC-109033/20

Modalidade: Curso de Formação

Destinado a: Professores dos grupos 240, 530 e 600

– Introdução aos princípios básicos da imagem em movimento. As técnicas de cinema de animação, os softwares e restantes materiais necessários

– As técnicas: rotoscopia, pixilação, animação com areia, recortes, plasticina.;

– Programas de captura e de edição áudio e vídeo; tipos de ficheiros; problemas e soluções;

– Tripés, trucas, câmaras de vídeo, iluminação, etc.

– Realização de um filme de animação, com utilização de softwares gratuitos – Realização de storyboards; construção de todos os elementos necessários; filmagem de todos os planos e sequências planificados, montagem do vídeo

 

18, 25 de novembro

02 de dezembro e

13, 20 de janeiro

Quinta-feira, 18:30/21:30hrs

 

 

Síncronas: 3H, 3H, 3H, 3H, 3H  (15H)

Assíncronas:   3H, 3H, 4H         (10H)

  

 

 

João Católico

 10.    “A CRIATIVIDADE na Área Artística e Tecnológica: métodos e técnicas promotoras de pensamento criativo em ação” – 25H acreditadas, ON-LINE

 

Registo: CCPFC/ACC-109034/20,

Modalidade: Curso de Formação

Destinado a: Professores dos grupos 240, 530 e 600

 

– Conceito de Criatividade: Breve evolução do conceito;

– Perspetiva de “pequeno C” da Criatividade.

– A pertinência da Criatividade na sociedade Contemporânea:

Características e necessidades da sociedade atual, as 4Cs;

Interseções entre Criatividade e Educação;

– Desenvolvimento das capacidades criativas nas crianças e jovens. Bloqueio e potencialidades;

– O papel dos professores neste processo. Análise sistémica da criatividade.

–  Estratégias de agilização do pensamento criativo:

 

 26, 30 de NOVEMBRO

03 de dezembro e

04, 07 de janeiro

 

3ª feira e 6ª feira 17:30/20:30hrs

 

Síncronas:  3H, 3H, 3H, 3H, 3H  (15H)

Assíncronas: 2.5H, 2.5H, 2.5H, 2.5H, (10H)

 

 

 

 

 

Carla Pereira

 

 11.    “VAMOS CONTAR HISTÓRIAS com os brinquedos óticos no jardim de infância e 1º CEB” – 25H acreditadas, ON-LINE

 

Registo: CCPFC/ACC-106129/19,

Modalidade: Curso de Formação,

Destinado a: Professores do Pré e grupo 100 e 110

 

 

– Introdução à ação de formação

– Os princípios de animação de imagens                                                   (surgimento e evolução histórica dos brinquedos óticos, o thaumatrope como brinquedo ótico que demonstra este princípio)

– Brinquedos óticos e perceção do movimento

– O movimento contínuo e aplicação aos brinquedos óticos

– Projetos de animação

 

 

10, 12,14,17,19, 26 JANEIRO

2ª e 3ª feira, 18:00/20:30hrs

 

Síncronas: 2.5H, 2.5H, 2.5H, 2.5H , 2,5H  (15H)

Assíncronas: 3H, 3H, 4H     (10H)

 

 

 

Marco Taylor

PARECER Provas de Aferição – 2018

PARECER

Provas de Aferição – 2018

Disciplinas/áreas de Expressão Artística 1º CEB, Educação Visual e Educação Tecnológica

2º CEB e Educação Visual 3º CEB

 

 

  1. 1. Preâmbulo

A APEVT defende e deseja que as provas de aferição contribuam para fornecer padrões de referência para a avaliação dos alunos a nível nacional, assim como dados sobre desenvolvimento do currículo relativos às variáveis locais, regionais, sociais, etc.

Entender a importância da avaliação aferida como informação útil para as escolas, os professores e os encarregados de educação, sem pretender tirar dela mais que pode dar, implica a existência de provas de aferição com qualidade científica e pedagógica, promotoras da avaliação externa ao serviço de um ensino impulsionador de aprendizagens transdisciplinares e integradoras de saberes, que respeitem a Carta de solicitação do SEE ao IAVE, particularmente na conceção de provas que se constituem como guiões para avaliação de natureza performativa e  permitam avaliar como o saber curricular é mobilizado.

Em conformidade, a APEVT quer contribuir com a sua análise sobre as provas para  a afirmação da avaliação externa no sistema educativo. Pretende que as mesmas sejam uma forma de acompanhar o desenvolvimento do currículo nas diferentes áreas que potenciem uma intervenção pedagógica sobre o desenvolvimento dos alunos e a evolução das suas aprendizagens no tempo.

Este parecer não se sustenta em métodos e técnicas próprias da investigação em ciências sociais, trata-se  de um trabalho empírico baseado na auscultação dos professores da área artística e tecnológica que, quer pela observação direta, através do exercício das funções que lhes foram imputadas para acompanhamento da realização das provas, quer pela análise documental de todas as provas.

Continuar a ler “PARECER Provas de Aferição – 2018”

Centro de Formação APEVT – Balanço das atividades de formação (1ºsemestre)

Verificou-se um ressurgimento na procura de ações de formação com incidência nas temáticas das  “Didáticas Especificas”,  “Avaliação Aferida” e da “Flexibilidade Curricular”, para os diferentes ciclos de estudo.  Regista-se que no primeiro semestre do plano de formação se tenha realizado as seguintes ações:

– “Ilustração Digital”: curso de formação – 25 horas presenciais – destinatários: professores dos Grupos 240, 530, 550 e 600, Guimarães.

– “Expressões D’Arte – interligações entre o Português e a Expressão Plástica”: oficina de formação – 15 horas presenciais, 15 autónomas – destinatários: educadores de infância e professores do 1º CEB (110), Porto.

– “Diário Gráfico em Contexto Educativo”: curso de formação – 15 horas presenciais – destinatários: Professores dos Grupos 240, 530 e 600, Almada e Setúbal.

– “MTEPII Objetos Escultóricos”: curso de formação – 25 horas presenciais – destinatários: professores dos grupos 240, 530 e 600, Porto.

Realizaram-se também, por solicitação dos agrupamentos de escolas, cinco seminários de curta duração sobre “Avaliação educativa – Provas Aferidas de Expressão Plástica, de Educação Visual e de Educação Tecnológica”, para professores dos grupos 110, 240 e 600, no Funchal, Porto, Coimbra, Faro e Setúbal.

No âmbito da Rede Interdisciplinar, constituída com as associações de professores de Português, Matemática, Educação Musical e de Educação Visual e Tecnológica, realizou-se o “1º Encontro Interdisciplinaridade – Projetos e desafios”, em parceria com Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, para professores dos grupos 110, 200, 230, 240, 250, 300, 500 e 600, Lisboa.

Foram elaboradas, acreditadas e programadas, em protocolo com a DGE, as ações para formação de formadores, “Desenvolvimento de um Currículo para o Século XXI – Aprendizagens Essenciais para a Expressão Plástica, Educação Visual e Educação Tecnológica, a realizar nas regiões do Norte, Centro e Sul do país, tendo sido adiadas pela DGE para o próximo ano letivo 2018/2019.

No âmbito do Encontro Nacional Professores foi promovido pelo Centro de Formação APEVT uma ação de curta duração, “Educação Artística e Tecnológicas, uma nova possibilidade de aprender”, com os subtemas “O Projeto de Autonomia e Flexibilização Curricular | Aprendizagens Essenciais como referente da organização e operacionalização do ensino” e  “O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade | Visão, princípios, valores e áreas de competências para a escola, comunidade de aprendizagens”, “Promoção de competências na área de ensino artístico e tecnológico |  Objetivos previstos na Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável”, “Promoção das literacias artísticas e tecnológicas | Tecnologias digitais nas disciplinas da área do ensino artístico e tecnológico – Aplicações práticas em contexto, problemáticas de implementação – Recursos didáticos para a educação tecnológica”.

Por ùltimo, a pensar no próximo semestre, foram submetidas e acreditadas pelo CCFCP as ações de formação, “Materiais e Técnicas de Expressão Plástica para educadores de infância e professores do 1º CEB”, “Eu sou movimento – projeto criativo” e a oficina de formação “Expressões D’Arte: as metodologias de observação em artes” (processo pendente).

 

 

Parecer conjunto das Associações (APECV, APEM, APEVT e APROTED) sobre o Desenho das Matrizes Curriculares do Ensino Básico na Educação Artística

 

“Conforme previsto na Lei de Bases do Sistema Educativo, faz parte dos objetivos do Ensino Básico “promover a educação artística, de modo a sensibilizar para as diversas formas de expressão estética, detetando e estimulando aptidões nesses domínios”.

Convictos de estarmos perante uma oportunidade singular para encontrar uma conceptualização e uma estratégia de operacionalização curricular que acentue a importância da Educação Artística, e embora tenhamos percebido algum empenho em dar resposta às questões preocupantes que em conjunto discutimos relativamente às matrizes curriculares base no Decreto-Lei que define os princípios de organização do currículo dos ensinos básico e secundário agora em consulta pública, mantemos as nossas preocupações sobre a necessidade de implementar uma Educação Artística com qualidade, diversidade e continuidade.

A proposição sobre a relevância do desenvolvimento da área da Educação Artística deve, aqui, emparceirar efetivamente com aquela do desenvolvimento da literacia e da numeracia, constituindo uma componente relevante da educação, acessível a todos os alunos[1]. Deste modo, não se pode aceitar que a implementação da presença da área artística no currículo esteja invariavelmente condicionada à disponibilidade de recursos humanos ‘existentes’. Para além de não se colocar esta questão em qualquer outra área curricular nos diferentes ciclos de estudo, a estrita dependência de recursos disponíveis no sistema, quando duas destas áreas foram subtraídas no passado recente e outras áreas nunca os chegaram a integrar (dança e teatro, por exemplo) inviabilizará, no imediato, o acesso a estas áreas artísticas, e num futuro próximo, a diminuição da oferta de outras ainda existentes, se novos recursos não forem introduzidos no sistema.

Para haver Educação Artística é preciso, antes de mais, que as artes estejam assumidamente no currículo e sejam lecionadas por professores com formação específica. Trata-se, pois, de uma opção política coerente, de um desígnio de ideologia curricular.

A coerência interna de um currículo resultará sempre da compatibilidade entre decisões sobre pressupostos justificativos e componentes curriculares; tal coerência acentua a possibilidade de que o impacto educativo desejado sobre os alunos aconteça.

Efetivamente, da análise do Decreto-Lei atualmente em consulta pública, embora nele se reconheçam algumas alterações com sinal positivo nas matrizes curriculares, permanecem as nossas preocupações sobre o que ainda se revela insuficiente, nomeadamente:

  • A estruturação dos planos curriculares atendendo aos princípios de equilíbrio, coerência, integração e sequência nos diferentes ciclos de estudo;
  • A valorização efetiva do papel e lugar da Educação Artística nas matrizes curriculares, garantindo uma carga horária potenciadora de aprendizagens eficazes e de qualidade, em tudo contrária à atomização curricular;
  • A concretização da coadjuvação no 1º ciclo nas diferentes áreas artísticas sem fazê-la depender dos escassos (ou inexistentes) recursos humanos disponíveis no sistema. A coadjuvação será “sempre adequada” quando o professor titular da turma não tenha formação específica nas áreas artísticas a lecionar;
  • A concretização da oferta de complemento à Educação Artística, tanto no 2º ciclo como no 3º ciclo, por estar também estritamente dependente dos recursos humanos disponíveis no sistema;
  • A fundamentação científica e pedagógica sobre o lugar e papel da disciplina TIC na área artística e tecnológica nos 2º e 3º ciclos:
  1. Da análise das orientações curriculares, nomeadamente no Perfil dos Alunos e nas Aprendizagens Essenciais do 2º ciclo, constatamos uma TIC que pesquisa, trata, produz, comunica e colabora através das tecnologias digitais, com ações estratégicas eminentemente interdisciplinares numa lógica transversal e de projetos, nomeadamente, nas áreas de competências de “Linguagens e textos”, “Informação e comunicação” e “Raciocínio e resolução de problemas”, etc. Consideramos por tudo isto que as TIC no 2º ciclo devem assumir-se como área de natureza transdisciplinar, à semelhança do proposto para o 1º ciclo.
  2. Da análise comparativa entre propostas de Aprendizagens Essenciais TIC prescritas para o 3º ciclo, verifica-se sobreposições e/ou apropriações ora com Educação Visual ora com Educação Tecnológica[2]. Assim, em nosso entender, as TIC neste ciclo de estudos, para não se tornar numa disciplina redundante, deveria assumir um lugar e um papel formativo singular no aprofundamento da programação digital, numa lógica de disciplina de “Programação e Raciocínio Computacional – PRC, integrada na área das ciências exatas, revelando-se maior coerência e equilíbrio, quer para a singularidade das TIC/PRC, quer para a não atomização da área artística e tecnológica.
  • A diversificação disciplinar na matriz do ensino secundário, no curso de Artes Visuais não contraria a “monotonia do Desenho” dando lugar a disciplinas com foco em atividades práticas e experimentais, (p. ex. Oficinas de Artes), assim como, a não inclusão do Teatro nos cursos científico-humanísticos e do Ensino Artístico Especializado, circunstâncias que impedem o acesso dos alunos a uma verdadeira Educação Artística;
  • A promoção das aprendizagens em Educação Artística, com condicionamentos aos recursos humanos existentes, o que inviabiliza, no imediato, o acesso a algumas disciplinas artísticas e tecnológicas e, num futuro próximo, à medida que alguns professores forem saindo do sistema, o acesso a todas as outras, mas, pelo contrário, através do recrutamento e formação especializada dos professores desta área;

Propomos assim que se introduzam as seguintes alterações às matrizes curriculares anexas ao documento em discussão pública:

– 1º ciclo

Dar a possibilidade à escola de organizar coadjuvações por especialistas nas áreas da Educação Artística, procurando garantir, pelo menos um tempo mínimo de coadjuvação por área correspondente a um ano letivo ao longo do 1º ciclo.

– 2º ciclo

Retirar as TIC da área de Educação Artística e Tecnológica tornando-a de natureza transdisciplinar.

– 3º ciclo

Retirar as TIC da componente Artística e Tecnológica, integrando-a na componente da Matemática e Ciências Físico-Naturais, numa lógica de disciplina de programação.

– Ensino secundário

Assegurar a continuidade da Educação Artística no ensino secundário através das Opções c) e e) constantes nas matrizes dos Cursos Científico-Humanísticos (E. Secundário), com a oferta de opções de Educação Musical, Artes Cénicas, Artes Integradas, Artes Plásticas, ou Artes Digitais, lecionadas por professores especialistas com formação pedagógico-didática.

A concretização das alterações propostas implica a revisão do ponto 5 artigo 12.º do documento em consulta onde deverá estar expressa a possibilidade de contratação de docentes da área da educação artística, mediante autorização superior decorrente de uma proposta da direção do Agrupamento ou Escola não agrupada.

Por tudo o que foi dito, entendemos que, desta forma, se estará a contribuir para que esta revisão do Decreto-Lei nº.139/2012 de 5 de julho, concretize a Recomendação n.º 1/2013 do Conselho Nacional da Educação, nomeadamente ao nível do currículo e da organização do ensino no sentido de que “a educação artística integre inequivocamente o currículo nacional, possibilitando a aprendizagem de uma variedade de linguagens — das mais tradicionais às mais recentes — e de uma variedade de tónicas, salvaguarde uma perspetiva abrangente e integrada que valorize a fruição, a expressão, a criatividade, a comunicação e o conhecimento do património (…) e que se consagre a importância da educação artística ao longo de toda a escolaridade básica de forma contínua (…)”.

Lisboa 30 de abril de 2018

As Associações

APECV, APEM, APEVT e APROTED

[1] No contexto de uma sociedade “deslumbrada” pela tecnologia, com muitas famílias incapazes de investir meia dúzia de euros para assistir a uma exposição, um recital de música ou uma peça de teatro, mas capazes de despenderem centenas por um iphone de última geração, é urgente que se assuma uma política educacional que fortaleça o humanismo, as relações interpessoais, a consciência cívica, a criatividade, a fruição artística e cultural, o conhecimento do património artístico.

 

[2] “ … Identificar os riscos do uso inapropriado de imagens, de sons e de vídeos; Produzir narrativas digitais em suporte vídeo, utilizando as técnicas adequadas de captação de imagem, som e vídeo e as funcionalidades elementares de aplicações de edição de imagem, som e vídeo; Desenhar objetos/modelos, utilizando técnicas e materiais adequados, tendo em vista a solução mais adequada à necessidade/problema; Identificar problemas e/ou situações resolúveis com a criação de objetos imprimíveis em 3D; Decompor um objeto/modelo nos seus elementos constituintes; Produzir e modificar, de acordo com normas e diretrizes conhecidas, artefactos digitais criativos para exprimir ideias, sentimentos e conhecimentos para públicos e propósitos específicos; …”(vid aprendizagens essenciais 3ºCEB)

Redução de Alunos por Turma

A notícia sobre a vontade expressa pelo ministro da educação de avançar com a redução do número de alunos por turma é um passo importante no sentido de melhorar as condições de trabalho de professores e alunos, com reflexos diretos na qualidade das aprendizagens.

Não podemos deixar de sublinhar que se esta equipa ministerial quer, verdadeiramente, inverter as politicas educativas  conservadoras e da primazia da contenção de recursos humanos, com a consequente precariedade profissional e funcionalização dos professores, retomando as atuais tendências internacionais e recomendações da OCDE sobre os sistemas educativos, deverá não só, promover as suas ideias, mas, ter coragem politica que favoreçam as condições objetivas para a sua implementação. Criar condições aos professores para que possam ser os protagonistas da mudança, o que implica, entre outras, a redução de alunos por turma, desdobramento de turmas, pares pedagógicos, equipas curriculares, centralidade no trabalho projeto, entre outras vertentes de atuação.