Formação para Janeiro e Fevereiro de 2020

 

A APEVT, como entidade formadora, prossegue a realização de ações de formação que resultem das necessidades profissionais, do interesse pessoal dos seus associados e que contribuam para o aperfeiçoamento das suas competências, nos domínios da prática pedagógica, tendo em vista a melhoria da educação e do ensino nos diferentes ciclos de estudo da escolaridade obrigatória – ensino pré-escolar; 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico e ensino secundário.

A APEVT pretende continuar neste NOVO ANO de 2020 o apoio à atividade profissional e à auto-formação no todo nacional, isto é, em todas as suas dimensões territoriais.

Em conformidade, reiniciamos a nossa atividade formativa com dez (10) novas ações de formação em diferentes modalidades  e em diferentes regiões do país.

AS INSCRIÇÕES NAS AÇÕES SÃO REALIZADAS NESTE SITE, EXCEPTUANDO-SE:

A  ACD “Aprendizagens Baseadas em Projetos” a realizar em Lagos deverá ser realizada no CFAE Dr. Rui Grácio – https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd3lOB5Z27ZWT5jwqrPRLPp7d31fKdr0WHEshcD09e8sob-KQ/viewform, decorrente da parceria entre Centros de Formação.

AS Oficinas de Formação, “Desenvolvimento de um Currículo para o Século XXI – Aprendizagens Essenciais para a Área Artística e Tecnológica” com parceria com a Câmara Municipal de Oeiras e o Centro de Formação de Associação das Escolas do Oeste realizadas respectivamente, pelo:                                                                                                                              Departamento de Educação da C.M.O., T. +351 210 976 517 | Ext: 210 e. emanuel.pereira@cm-oeiras.pt, (inscrições abertas) e,                                                                                                      Centro de Formação Pêro de Alenquer <cf.peroalenquer@gmail.com>, http://www.cfpa.damiaodegoes.pt/, (inscrições encerradas).

No âmbito destas parcerias, iniciou-se também no mês de janeiro duas ações em simultâneo de “MTEP- Materiais e Técnicas de Expressão Plástica” com inscrições no Centro de Formação de Escolas do Concelho de Oeiras, (inscrições encerradas).

Bom trabalho para todos!

           

A capacidade formativa da APEVT

Do Plano de Atividades de Formação do Centro de Formação da associação para o ano 2019/2020 constam, entre outros, o seguinte objetivo de intervenção, “Contribuir para o desenvolvimento profissional dos professores, centrando a formação na escola e desenvolvendo-a em torno do aprofundamento dos conhecimentos cientifico-pedagógicos e da reflexão sobre as próprias práticas”. Em conformidade com este desígnio, a APEVT neste primeiro período bateu todos os recordes de ações de formação em simultâneo, (9) e em todo o território nacional.

Efectivamente, nos meses de outubro e novembro iniciaram-se e realizaram-se:

a 23 OUT – “Diário Gráfico” em Leça;

a 26 OUT – “Cinema vai à Escola” em Vila Franca de Xira e “Expressão Plástica no 1ºciclo” no Porto;

a 05 NOV – “Materiais e Técnicas de Expressão Plástica – MTEP” em Setúbal, Condeixa e  “Arte e Educação – Metodologia de observação da obra de arte” em Faro;

a 15 NOV –  “Aprendizagens Baseadas em Projetos – PBL” no Funchal;

a 19 NOV – “Flexibilidade Curricular e projetos interdisciplinares”também no Funchal e

a 26 NOV – “Da impressão do livro do Artista …” no Porto.

Em janeiro e fevereiro irá iniciar-se outro ciclo de formações com a mesma pujança.

Para além desta subida significativa de oferta e realização de formação, com média de vinte e dois (22) formandos por turma, o Centro de Formação perseguindo o objetivo de “Constituir redes de parceria com associações congéneres, associações de escolas e instituições de ensino superior, tendo em vista a diversidade e qualidade da oferta formativa”, estabeleceu novos protocolos e parcerias, para realização de ações acreditadas pela APEVT, com:

a Câmara Municipal de Oeiras, Departamento de Educação, no âmbito do Projeto Mochila Leve;

os Centros de Formação de Associações de Escolas, CFAEs de Alenquer, Portimão e Monchique, Leiria, Arouca Vale de Cambra e Oliveira Azeméis, Lagos e Vale do Minho.

Estabeleceram-se ainda protocolos de colaboração e acompanhamento de projetos de turma no âmbito da Rede Interdisciplinar das Associações (APP), (APM), (APEM) e (APEVT) e a Escola Básica P/E de Santo António e Curral das Freiras e o Agrupamento de Escolas Francisco de Arruda em Lisboa.

                    

Urgência Didática e Pedagógica II

Erros do currículo (DecLei 55) que não vamos esquecer!

Por Carlos Gomes

Com a chegada da nova legislatura é bom reafirmar  posições consubstanciadas em estudos científicos plasmados em soluções internacionais. Porque um currículo vai muito para além das lógicas corporativas, porque deve emanar de fontes sociológicas, epistemológicas e psicológicas com consequências na sua natureza e construção, não é, não deve ser resultado de um modismo ou de uma forte influência lobista (por mais legitima que seja). A APEVT centra-se naquilo que pensa ser o melhor currículo para os alunos, por isso somos professores com opinião formada e firmada sobre o que deve ser o currículo nacional e temos toda a liberdade de discordarmos com soluções que achamos, sempre achamos, incorretas.

Da análise do Decreto-Lei  embora nele se reconheçam algumas alterações com sinal positivo nas matrizes curriculares, permanecem as nossas preocupações sobre o que ainda se revela insuficiente, nomeadamente: a estruturação dos planos curriculares atendendo aos princípios de equilíbrio, coerência, integração e sequência nos diferentes ciclos de estudo e a fundamentação científica e pedagógica sobre o lugar e papel da disciplina TIC na área artística e tecnológica nos 2º e 3º ciclos:

Da análise das orientações curriculares, nomeadamente no Perfil dos Alunos e nas Aprendizagens Essenciais do 2º ciclo, constatamos uma TIC que pesquisa, trata, produz, comunica e colabora através das tecnologias digitais, com ações estratégicas eminentemente interdisciplinares numa lógica transversal e de projetos, nomeadamente, nas áreas de competências de “Linguagens e textos”, “Informação e comunicação” e “Raciocínio e resolução de problemas”, etc. Consideramos por tudo isto que as TIC no 2º ciclo devem assumir-se como área de natureza transdisciplinar, à semelhança do proposto para o 1º ciclo.

Da análise comparativa entre propostas de Aprendizagens Essenciais TIC prescritas para o 3º ciclo, verifica-se sobreposições e/ou apropriações ora com Educação Visual ora com Educação Tecnológica. Assim, em nosso entender, as TIC neste ciclo de estudos, para não se tornar numa disciplina redundante, deveria assumir um lugar e um papel formativo singular no aprofundamento da programação digital, numa lógica de disciplina de “Programação e Raciocínio Computacional – PRC, integrada na área das ciências exatas, revelando-se maior coerência e equilíbrio, quer para a singularidade das TIC/PRC, quer para a não atomização da área artística e tecnológica.

Mas, para além do que foi dito, importa sublinhar o propósito  dos decisores ignorarem que as ditas TIC  não são mais que uma área tecnológica das diversas que constituem a disciplina de Educação Tecnológica, como veremos mais à frente.

O  exemplo internacional abaixo indicado constitui-se instrumento mobilizador de novas propostas curriculares que urgem emergir na discussão educativa nacional, para que a Educação Tecnológica na escolaridade obrigatória não seja subalternizada ou extinta de vez.

O currículo da Nova Zelândia é a solução avançada de como se deve estudar Tecnologia no Ensino Básico e é também, a prova da frágil e infundada solução portuguesa das TIC como disciplina, e na Área Artística.

http://nzcurriculum.tki.org.nz/…/Te…/Learning-area-structure

A área de aprendizagem da tecnologia possui três vertentes: Prática Tecnológica, Conhecimento Tecnológico e Natureza da Tecnologia. Esses três fios são incorporados em cada uma das cinco áreas tecnológicas:
– pensamento computacional para tecnologias digitais
– projetar e desenvolver resultados digitais
– projetar e desenvolver resultados de materiais
– projetar e desenvolver resultados processados
– design e comunicação visual.
O diagrama a seguir ilustra a estrutura da área de aprendizagem.

 

Tal como referenciado neste artigo e no Parecer conjunto, (APEVT, APEM, APECV e APROTED),  de abril de 2018 ” … as TIC deverão assumir um outro papel e um outro lugar no currículo …”
O PROGRAMA do XXII GOVERNO Constitucional pretende, porque pensa “ser mais útil, apostar no ensino da computação do que nas TIC”,  para a próxima legislatura fomentar o ensino da computação; “Tradicionalmente, a informática tem sido abordada nas escolas através da disciplina de tecnologias de informação e comunicação no ensino básico e secundário. Estes conhecimentos são muito importantes para se poder exercer adequadamente a cidadania e aceder aos múltiplos recursos e serviços que, cada vez mais, apenas estão disponíveis online. Porém, uma parte significativa dos conhecimentos adquiridos em TIC poderia ser transmitida e desenvolvida no âmbito de outras disciplinas. Por outro lado, esta perspetiva das TIC, na ótica do utilizador, não proporciona conhecimento suficiente e mais profundo acerca de como funcionam os computadores, o software, a Internet ou os motores de busca. Daí que, numa perspetiva de formação futura, seja mais útil apostar no ensino da computação do que nas TIC. A computação, mais do que programação, contribui para o desenvolvimento do denominado pensamento computacional, o qual envolve técnicas e métodos para resolver problemas, criando capacidade de projetar sistemas e compreender o poder e os limites da inteligência humana e artificial. Neste contexto, o Governo irá: …”

in XXII Governo constitucional

ESPERAMOS QUE este caminho leve a que os planos curriculares melhorem no sentido dos princípios de equilíbrio, coerência, integração e sequência nos diferentes ciclos de estudo

Urgência Pedagógica e Didática I

Sobre as “planificações” que se vêm por aí!

Por Carlos Gomes

As planificações sobre a organização e gestão do ensino aprendizagem nas disciplinas de Educação Visual, Educação Tecnológica e Artes Visuais não podem ser realizadas a partir das Metas Curriculares, (conteúdos), misturadas com Aprendizagens Essenciais, (competências) e com descritores do Perfil dos Alunos metidos à força, mais ou menos ao lado, só para que constem. Para baralhar ainda mais, divide-se pelos três períodos letivos os três Domínios Organizadores, (apropriação, interpretação, experimentação), ignorando-se por completo que o papel organizador destes domínios correspondem às etapas do trabalho investigativo, (pesquisa, experimentação e reflexão) aplicado em cada assunto tratado no processo de ensino aprendizagem.

Criar a confusão querendo misturar água com azeite, é subverter conscientemente o paradigma das Aprendizagens Essenciais e do Perfil dos Alunos e a sua centralidade no aluno e no processo de ensino.

As escolas podem optar por uma das orientações curriculares, Metas Curriculares ou Aprendizagens Essenciais, não devem é misturar modelos completamente antagónicos que ambas preconizam. Trabalhar por conteúdos sequenciais, independentemente do contexto educativo, é trabalhar num modelo aquisitivo e normativo oposto a um modelo de aprendizagem e flexibilidade adequada aos contextos e realidades vividas em cada situação de ensino, através da abordagem disciplinar pelo trabalho investigativo.

Pululam pelas escolas planificações decalcadas das divulgadas pelas editoras com propostas de “planificações sopa de pedra” em que vale tudo apenas com o objetivo de formalizar a atividade docente preenchendo papeis e salvar os manuais que estão estruturados a partir de conteúdos, (metas curriculares) e logo, em contraciclo com a mudança e o paradigma da flexibilidade e do trabalho com projetos. (Os manuais escolares enquanto recurso  informativo terão que conter conteúdos, como é óbvio. Contudo a sua consulta deve ser parcelar e não utilizado de forma sequencial, funcionando como planificador do ensino.)

Estes pressupostos pedagógicos têm ainda maior relevância e pertinência na área artística dado o caráter específico e o suposto ênfase dada à individualidade, (aluno) e ao processo criativo que não se compadece com situações de ensino estandardizadas centrado em metas, (na matéria) e nos produtos resultantes do ensino.

Quem opta por um desenvolvimento curricular centrado num determinado modelo, deverá assumir a sua opção perante a comunidade educativa e não usar os documentos, baralhando e ficando tudo na mesma. Isto tanto se refere a professores como às direções dos agrupamentos.

Como foi referido, na área artística e tecnológica, ao longo dos três ciclos de estudo da escolaridade obrigatória as Aprendizagens Essenciais apresentam-se em Domínios Organizadores, interdependentes que, induzem a uma metodologia de trabalho investigativo, (pesquisa, experimentação e reflexão) no desenrolar de cada assunto, unidade de trabalho ou projeto.

 

Apropriação e Reflexão – Pretende-se que os alunos aprendam os saberes da comunicação visual e compreendam os sistemas simbólicos das diferentes linguagens artísticas, identificando e analisando, com um vocabulário específico e adequado, conceitos, contextos e técnicas em diferentes narrativas visuais …

Interpretação e Comunicação – Pretende-se, de uma forma sistemática, organizada e globalizante, desenvolver as capacidades de apreensão e de interpretação, no contacto com os diferentes universos visuais – sendo desejável que não se restrinja a arte à tradição ocidental e a determinados períodos históricos – estimulando múltiplas leituras das diferentes circunstâncias culturais…

Experimentação e Criação – Conjugam-se a experiência pessoal, a reflexão, os conhecimentos adquiridos, na experimentação plástica de conceitos e de temáticas, procurando a criação de um sistema próprio de trabalho …

 

Significa que para uma mesma situação, assunto, fenómeno, tema, etc. se desenvolvem em interdependência os três domínios.

Os domínios organizadores apresentados nas Aprendizagens Essenciais consubstanciam-se, entre outros, na Proposta triangular de Ana Mãe Barbosa* referente à metodologia de observação da obra de arte.

 

Contextualizar – Contextualização histórica; conhecer a sua contextualização histórica da obra (imagens). Consiste em relacionar a obra com a história da arte e outras áreas conhecimentos.

Fruição/descodificação – Leitura da obra de arte; apreciação imagens artística e crítica: consiste em descortinar a análise da obra, estimular a capacidade de pensar sobre a arte, não que é certo ou errado, apenas leitura do objeto para interpretação da obra e não o artista.

Experimentação – fazer arte; fazer artístico; trabalho prático artístico:  consiste na estimulação a criação. Aqui baseia-se na criação da arte, não como uma cópia, mas sim trabalhando a releitura da obra, a qual foi interpretado, transformando em algo novo.

Ora, nas disciplinas de Educação Visual, Educação Tecnológica e Artes Visuais a planificação pressupõe uma abordagem por temas / situações / fenómenos / assuntos, com o propósito de flexibilizar os saberes científicos solicitados pelas unidades de trabalho / projetos nas diferentes áreas e domínios de aprendizagem.

Primeiramente é necessário saber definir o enunciado que vai despoletar todo o processo de aprendizagem. Cada situação deverá ser construída coletivamente. Não existe uma receita pronta, mas, alguns caminhos para abordagem. Por isso, as Planificações nesta área definem pontos de partida, não podendo, como alguns pretendem, estruturar e pré-determinar todo o processo.

Os domínios organizadores de aprendizagem indicam a abordagem, as aprendizagens essenciais são definidas à medida das ações estratégicas no desenrolar do processo sempre que suscitadas. Descrevem-se condicionalismos e potencialidades de recursos, assim como momentos e instrumentos de avaliação continua.

Ao contrário de uma dimensão curricular baseada na prescrição de matérias e da ordem do ensino, os programas das disciplinas da Área Artística e Tecnológicas fixam-se deliberadamente a um nível de grande abertura e flexibilidade. Esta opção obriga a uma maior responsabilização dos professores na adequação, gestão e organização programática visando o alargamento progressivo e integrado das aprendizagens dos alunos nos diferentes ciclos do ensino básico.

A aplicação da linguagem plástica requer adequações de conceitos, meios e técnicas de aprendizagem nos diferentes níveis de ensino que suscitam o desenvolvimento de processos:

  • mais analíticos e sequenciais, (uma necessidade percepcionada no mundo envolvente que é analisada, definida, investigada, realizada e avaliada – resolução de problemas, e/ou
  • mais intuitivos e simultâneos, (um acontecimento provoca um sentimento ou uma sensação; sua definição processa-se pela ação sobre o material; nesta interação estabelece-se o equilíbrio entre o «eu» e o mundo envolvente – fruição-contemplação, produção-criação, reflexão-interpretação:

Os processos de ensino assumem uma grande importância didática porque a sua estrutura condiciona a relação dos alunos com a tarefa, dos alunos entre si e do modelo de comunicação professor /aluno.

Decorre desta realidade a necessidade de contrariar rotinas que prolongam práticas profissionais que se traduzem na aquisição de uma linguagem plástica, por parte dos alunos, unicamente centrada na exploração dos elementos visuais.

Porque se tem medo de trabalhar em projeto?

Porque é um MODELO centrado nos alunos, faz mudanças na avaliação, altera o papel do professor, passa a dar mais importância ao pensamento crítico, à criatividade, à comunicação e colaboração, ou seja, às habilidades sociais. A abordagem está focada em projetos, combina-se num CURRÍCULO centrado no aluno com o programa nacional, e tudo se interliga.

“Todos os PROJETOS começam com perguntas e questões feitas em conjunto, alunos e professores, para estimular a imaginação e discussão. Por exemplo, – Como podemos usar o nosso dinheiro?

É feito um mapa numa parede com várias perguntas. O que aprender? O que fazer? Como fazer? Quando? Quem?

As ATIVIDADES são distribuídas e os alunos têm a palavra para dizer se concordam ou não quanto ao que farão no projeto.

Se a ideia é, por exemplo, criar um mercado para falar de dinheiro, é preciso fazer etiquetas com preços, cartazes, decorar o espaço, organizar o local, dispor os produtos, pensar e criar publicidade. É então feito um calendário para ORGANIZAR o trabalho e o projeto é executado.

Todos os meses há uma assembleia para discutir desafios e ESTRATÉGIAS para a implementação de projetos.

Os projetos duram, regra geral, um mês, mas podem ser mais curtos ou mais longos.

A apresentação do projeto é uma celebração da aprendizagem. Os alunos fazem apresentações, teatro, vídeos, eventos. Depois é hora de AVALIAR, o que os alunos mais gostaram, o que menos gostaram, o que poderia ter sido diferente, o que se mudaria. É tempo de partilha no bloco de notas do OneNote, que está acessível a todos os alunos… ” in Relatório da UNESCO sobre o Colégio Monte Flor, Portugal adaptação art. educare.pt

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* Ana Mãe Tavares Bastos Barbosa (Rio de Janeiro, em 17 de julho de 1936)  educadora brasileira, pioneira em arte-educação. Em 1987 desenvolveu, com apoio em sua Proposta Triangular ou Abordagem Triangular[1] (também chamada erroneamente de Metodologia Triangular), o primeiro programa educativo do gênero, à frente do MAC-USP.[2] A Abordagem possui influência das Escuelas Al Aire Libre mexicanas, do Critical Studies inglês e do Discipline-Based Arts Education (DBAE) americano. Hoje ainda é a base da maioria dos programas em arte-educação no Brasil, principalmente depois de ter sido referência nos Parâmetros curriculares nacionais de Arte[3] dos Ensinos Fundamental e Médio brasileiros. Referências – Barbosa, Ana Mãe. A Imagem no Ensino da Arte; Barbosa, Ana Mãe. Tópicos Utópicos

APEVT 2019

 

 

Aprendizagem Baseada em Projetos: tudo o que você precisa saber

 

 

Aprendizagens Baseadas em Projetos, PBL: tudo o que você precisa saber

Por Diego de Oliveira Pinto

Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP), ou Project Based Learning (PBL), é uma técnica que permite enfrentar de forma eficiente os desafios de gestão educacional atuais.

O que é Aprendizagem Baseada em Projetos?

A Aprendizagem Baseada em Projetos é focada na construção de conhecimento por intermédio de um trabalho longo e contínuo de estudo, cujo propósito é atender a uma indagação, a um desafio ou a um problema.

Partindo desse ponto, os estudantes começam um processo de pesquisa, de estabelecimento de hipóteses e de procura por recursos para conduzir essa atividade. Também envolve a aplicação prática da informação obtida até se alcançar um produto final ou uma solução satisfatória para a questão inicial.

Para que isso ocorra, é preciso começar com um problema desafiador, sem respostas fáceis que possam ser obtidas rapidamente, por exemplo, no Google. É necessário estimular a imaginação, incentivando os alunos a ir atrás de soluções.

Graças a isso, a Aprendizagem Baseada em Projetos une, até certa medida, o processo de ensino e a prática, tornando-os inseparáveis. Ao aplicá-la, envolve-se a exploração do contexto, o desenvolvimento de ideias a partir do conhecimento e a comunicação entre pares.

Uma grande vantagem dessa metodologia ainda reside no fato de os alunos conseguirem organizar suas descobertas por meio de gráficos e estatísticas, vídeos, aplicativos e programas simples, entre outros instrumentos multimídia.

Com o uso dessas ferramentas, eles demonstram seus conhecimentos por meio de apresentações ou produtos voltados para um público real. Paralelamente a isso, os professores podem repassar à turma os resultados e as avaliações feitas sobre o desempenho de cada aluno para enriquecer ainda mais o processo de ensino.

Vale destacar que, na Aprendizagem Baseada em Projetos, o tempo de “trabalho” pode variar de poucas semanas a um semestre, mas, normalmente, é longo. Durante esse período, os participantes dedicam maior atenção a seus projetos enquanto buscam soluções para problemas do cotidiano.

O Project Based Learning tem o propósito de integrar diferentes conhecimentos, além de fomentar o desenvolvimento de competências. Aliás, ao estimular a solução para problemas do mundo real, ele permite o controle de quais aprendizados e habilidades serão adquiridos.

Com isso, a metodologia pretende que os estudantes não só desenvolvam competências, como construam seus conhecimentos e trabalhem de maneira colaborativa.

(Os Agrupamentos de escolas que pretendam realizar esta ação para os seus professores, podem solicitar à APEVT através do email  info@apevt.pt)

 

Como funciona a Aprendizagem Baseada em Projetos?

É necessário mencionar que em Aprendizagem Baseada em Projetos, o professor não deve expor todo o conteúdo de ensino planejado para que, em seguida, a classe inicie os trabalhos de pesquisa. Pelo contrário, são os próprios estudantes que têm de buscar os materiais e conhecimentos para alcançar os propósitos de aprendizado propostos.

papel do professor, nesse caso, é atuar como um orientador, intermediando e colaborando pontualmente com os alunos. Graças a isso, para uma mesma questão inicial, os grupos que se formam podem alcançar respostas e resultados distintos, podendo, inclusive, acrescentar conhecimentos diferentes e complementares uns aos outros.

Geralmente, a forma de aplicar o Project Based Learning é bastante simples. Veja alguns de seus passos e tópicos principais:

  • sugere-se um problema;
  • os alunos investigam suas possíveis causas e elaboram hipóteses;
  • após conhecer melhor o desafio e suas origens, definem táticas para a resolução do desafio;
  • estabelecem um plano;
  • apresentam o plano e o executam, podendo demonstrar os resultados depois;
  • são avaliados pelo orientador (veremos melhor esses passos adiante).

O ponto-chave é que cada estudante seja capaz de interagir com sua realidade, identificar o que há de errado e entender o que precisa ser melhorado ou resolvido. A partir disso, ele deve sugerir um ou mais modos de prevenir ou solucionar o desafio.

Por exemplo, se a pergunta inicial envolve como incentivar uma comunidade a economizar água, os alunos poderão encontrar diferentes caminhos para isso. Um grupo pode buscar as principais práticas que contribuem para a redução do consumo e montar uma cartilha, enviando-a por e-mail às pessoas ou distribuindo-a de forma física.

Outro time de estudantes pode desenvolver um aplicativo que ajuda a calcular o consumo de água em diversas atividades, fornecendo estimativas após a pessoa indicar o tipo de tarefa e o tempo gasto em cada uma. Essa informação pode ajudá-la a entender o quanto gasta desse recurso natural, podendo diminuí-lo.

Devido a esse fator, o Project Based Learning consegue envolver o ensino híbrido de diferentes recursos e métodos, além da transdisciplinaridade. Em outras palavras, engloba temáticas, competências e recursos de várias matérias acadêmicas.

É importante observar que a Aprendizagem Baseada em Projetos funciona de modo a desenvolver habilidades como autonomia, proatividade e curiosidade para a resolução de problemas. Também fomenta a comunicação interpessoal e o trabalho em equipe, tanto entre os alunos quanto entre estudantes e professor. Por sinal, o educador passa a ser um colaborador orientador e não apenas o encarregado de passar conteúdo de forma vertical.

No que é baseada a Aprendizagem Baseada em Projetos?

Além de incentivar os estudantes a solucionar problemas sozinhos e em equipe por meio de tentativa e erro, o Project Based Learning faz com que eles atuem em dilemas do dia a dia, isto é, da vida real. Para isso, desenvolvem-se projetos, assim como profissionais, empresas e órgãos sociais e ambientais fazem, porém em escala menor.

Em vez de ministrar aulas e submeter os estudantes a elas durante a semana, o educador planeja uma ideia que gerará projetos mais colaborativos. Essa ideia deve envolver as diferentes habilidades que os alunos necessitarão aprender durante o desenvolvimento das soluções que terão consequências no mundo real.

Devido a esse modo de operar, a Aprendizagem Baseada em Projetos funciona como um método de capacitação ativa, propondo a inclusão de uma atividade prática como instrumento de ensino.

Resumidamente, podemos dizer que, em vez de explicar os detalhes de um tema, o estudante é chamado a participar, por meio de vivências e ações reais, para desenvolver a competência desejada. Portanto,  a Aprendizagem Baseada em Projetos utiliza por base a prática aliada ao ensino acadêmico.

O estudante também consegue aprender alguns processos essenciais para a condução de projetos, como:

  • elaboração de hipóteses;
  • refinamento de ideias;
  • realização de previsões;
  • experimentação de hipóteses;
  • coleta de dados;
  • realização de novos questionamentos;
  • desenvolvimento de materiais concretos (aplicativos, relatórios, documentos etc.).

Quais são os aspectos essenciais da Aprendizagem Baseada em Projetos?

Questão complexa e instigante

Existem alguns pontos que são necessários à aplicação da Aprendizagem Baseada em Projetos em uma classe. O primeiro deles é ter uma questão complexa que instigue a curiosidade e a participação dos alunos.

É a partir dela que o programa será desenvolvido. Vale destacar que os trajetos feitos para respondê-la não precisam ser definidos previamente, pois cada aluno ou grupo pode encontrar respostas diferentes para esse desafio, mas igualmente satisfatórias.

Definição de habilidades específicas que serão desenvolvidas

Como mencionado, a questão inicial não deve ser facilmente respondida, pois os alunos precisam de empenho para solucioná-la. Isso é necessário para que desenvolvam as habilidades desejadas e absorvam determinados conhecimentos.

Para tanto, a ideia inicial, a questão e o projeto devem ser desenvolvidos já se tendo em vista o que se espera da turma. Os estudantes devem adquirir habilidades exercitando:

  • a comunicação;
  • o raciocínio lógico;
  • a colaboração e o trabalho em grupo;
  • a criatividade;
  • o pensamento reflexivo;
  • a capacidade de usar diferentes recursos tecnológicos;
  • a mensuração e o controle de tempo;
  • a tolerância a frustrações (quando os projetos não vão como o esperado);
  • a resiliência;
  • a persistência por meio de tentativa e erro etc.

Pesquisa, criatividade e inovação

Os estudantes precisam aprender a pesquisar de forma mais ampla, conduzindo buscas em diversos mecanismos e mídias, como no acervo acadêmico digital, em periódicos de ciência, nos motores de buscas (Google, Bing) etc.

É recomendado que eles também busquem informações em formatos diferentes, indo além dos mais comuns (vídeos, posts e artigos). Nesse caso, é indicado sugerir a eles entrevistas, fóruns, reportagens, entre outros materiais, sem, é claro, esquecer-se dos livros.

Conteúdo aprofundado

O conteúdo que será trabalhado — e que necessita dos projetos para ser adequadamente transmitido — deve ser aprofundado, além de ser relevante para o crescimento profissional e acadêmico dos estudantes.

Alunos como centro da Aprendizagem Baseada em Projetos

No Project Based Learning, os alunos são protagonistas e têm voz ativa. Isso quer dizer que eles precisam desenvolver autonomia. Para tanto, devem decidir os caminhos a seguir em seus projetos, contando com a orientação do professor.

Ele, por sua vez, precisa ter cuidado para não interferir demais nos projetos, pois sua atuação envolve, entre outras coisas, conduzir, instruir e indicar possíveis fontes de conhecimento que ajudarão os estudantes.

Avaliações e feedbacks

Embora seja necessário cuidado para não “podar” a voz e a criatividade dos alunos, o professor deve entregar feedbacks constantes ao longo do desenvolvimento dos projetos. Isso os ajudará a enriquecer seus repertórios de conhecimentos, além de melhorar seus planos ao longo do tempo. Também poderão resolver entraves e mudar rumos que podem não levar a resultados satisfatórios.

Apresentação dos resultados

O momento de apresentar o projeto concluído é fundamental para os alunos. Isso estimula a comunicação e a liderança, ao mesmo tempo em que os incentiva a evoluir em projetos seguintes. Há também a preparação para o mercado profissional, uma vez que apresentações de projetos, resultados, planos, entre outros temas são comuns no mundo empresarial.

Como implementar a Aprendizagem Baseada em Projetos na minha instituição de ensino?

Implementação pela instituição de ensino

Para implementar a ABP na instituição de ensino, é preciso mudar a mentalidade dos professores, cuja formação envolve majoritariamente o ensino pelo modelo convencional. Para tanto, é importante fornecer treinamentos e buscar o apoio deles para a implementação dessa metodologia inovadora em sala de aula.

Isso poderá levar tempo e requerer muitos recursos, uma vez que é necessário transformar suas atividades e repensar o modo de avaliação dos alunos. Também será preciso assegurar o atendimento a todas as áreas do currículo nacional, de modo que os alunos fiquem preparados para realizar testes padronizados, como vestibulares, Enem, Enade etc.

Implementação em sala de aula pelos professores

A implementação da ABP em sala de aula pode ser planejada e executada em etapas. A seguir, veja um pequeno guia para isso.

Criação e planejamento dos projetos

Nessa primeira etapa, o professor deve definir o problema central que será resolvido — por meio dos projetos — pelos alunos. Ele tem que formular uma questão de orientação que seja complexa, mas passível de ser resolvida pelos estudantes.

Contudo, vale reforçar: a resolução não deve ser rápida com o uso do Google. Ela também deve ser instigante e suscitar um debate inicial, para que o educador consiga mensurar o nível de conhecimento que sua turma tem sobre ela.

Também será necessário planejar as atividades a serem desenvolvidas, como exposições em sala, debates, apresentações dos resultados das etapas dos projetos etc. Para organizar melhor isso, é fundamental confeccionar um cronograma de atividades.

Condução e desenvolvimento dos projetos

Nessa fase, é preciso estimular constantemente os estudantes para que não desanimem e consigam desenvolver adequadamente seus projetos. É vital manter o diálogo e incentivar a turma a continuar suas pesquisas. Também é preciso reforçar os pontos a serem trabalhados, deixando claro as competências que eles devem desenvolver e que serão avaliadas ao final.

Vale uma observação: se os projetos envolverem a fabricação de produtos ou materiais com os quais eles não estão acostumados (um curta-metragem, um software, um equipamento etc.), indique profissionais que podem atuar como orientadores. Também recomende a realização de entrevistas com pessoas da área do projeto.

Monitoramento do processo

É preciso acompanhar de perto o desenvolvimento das atividades e realizar ajustes, se necessário. Para isso, selecione indicadores de desempenho educacional e busque analisar a progressão de cada aluno. Observe se as atividades selecionadas estão realmente contribuindo para o desenvolvimento de habilidades e para a aquisição dos conhecimentos desejados.

Confira também se o cronograma está sendo respeitado ou se há muitos atrasos que exigem a modificação de datas. Tente manter tudo dentro do tempo planejado, exceto se houver imprevistos que justifiquem a mudança no calendário dos projetos.

Apresentação dos projetos

Antes dos dias de apresentações, é importante conversar com cada equipe para que sejam providenciados os materiais necessários para as exposições (projetores, salas maiores, sistema de som etc.). Durante a exposição, fique atento à forma como eles se organizam e apresentam o produto ou solução em que trabalharam.

Avaliação

A última etapa é a de avaliação dos alunos. Ela pode ser feita durante e após a apresentação e, caso o produto/solução seja aplicado na comunidade, depois dos resultados de sua aplicação.

É importante que o professor realize avaliações dos alunos para que eles possam medir seus desempenhos e analisar o que precisam melhorar. Cada estudante também deve realizar uma autoavaliação para tentar entender, por si, o que falta aprimorar e de quais conhecimentos ainda necessita.

Isso, aliás, gera a possibilidade de comparar a avaliação de ambos (aluno e professor). Caso elas sejam divergentes, é recomendado agendar uma reunião entre os dois. Nessa ocasião, o estudante poderá explicar qual foi o seu entendimento do conteúdo, apontar aspectos que talvez o educador não tenha notado e justificar sua performance (e seus resultados).

O professor e os alunos precisam refletir sobre o processo para que consigam sintetizar novos conhecimentos — especialmente os estudantes. Essa reflexão também pode ser feita por meio de uma discussão em grupo, de modo que todos contribuam com ela e aprendam uns com os outros.

Aliás, tal possibilidade é uma das vantagens da Aprendizagem Baseada em Projetos: permitir que os resultados de um projeto concreto sejam compartilhados, debatidos e analisados. Isso poderá gerar novas ideias que conduzirão a outras questões e projetos.

Quais são os recursos necessários?

Os principais recursos necessários para a aplicação dessa metodologia são tempo, esforço e um investimento adequado em equipamentos, já que uma das premissas do método é o uso das tecnologias para instituição de ensino.

Sendo assim, é importante disponibilizar computadores, plataformas de conteúdo, equipamentos de projeção e som, entre outros itens. Eles serão fundamentais para o desenvolvimento dos projetos, pois fornecem o amparo tecnológico necessário para que alunos de diferentes condições sociais e econômicas consigam conduzir as atividades do Project Based Learning.

Quais resultados esperar da Aprendizagem Baseada em Projetos?

O principal resultado que essa metodologia pode gerar é o maior preparo dos estudantes para buscar o sucesso acadêmico, profissional e pessoal. Dessa forma, eles se tornam mais aptos a enfrentar os desafios atuais, em que a tecnologia e as habilidades interpessoais são cada vez mais exigidos. Isso tudo enquanto desenvolvem pensamento crítico e criatividade.

O exemplo da New Technology High School

Um bom caso de êxito está na escola estadunidense New Technology High School, de Napa, Califórnia, que segue totalmente o Project Based Learning desde a sua fundação em 1996.

Nela, os educadores desenvolvem suas instruções em torno de resultados de aprendizagem desejados, que são incorporados em todos os projetos, relatórios de classificação e avaliações. São eles:

  • pensamento crítico — para conseguir desenvolver essa habilidade, é preciso enfrentar desafios complexos;
  • comunicação oral — essa competência é desenvolvida estando presente;
  • colaboração — para saber como contribuir com os demais, é necessário atuar em equipe;
  • comunicação escrita — requer que os alunos sejam instigados a escrever;
  • preparação de carreira — para atender a esse item, é importante realizar estágios;
  • cidadania e ética — esse aspecto requer o enfrentamento a questões cívicas e globais;
  • alfabetização tecnológica — os alunos precisam manusear recursos tecnológicos para que esse propósito seja alcançado;
  • padrões de conteúdo (áreas de conteúdo específicas que os estudantes devem aprender) — para os alunos adquirirem os aprendizados desejados, é fundamental pesquisar e realizar os itens acima.

Para atender a esses 8 princípios, os professores e instrutores iniciam cada unidade pondo os estudantes em um projeto real ou realista. Ele deve envolver o interesse dos alunos e gerar uma série de conhecimentos que eles necessitam aprender.

Alguns exemplos de projetos que foram feitos envolveram abordar questões financeiras, como se os alunos fossem um time de assessores econômicos do presidente, e apresentar um plano ao Congresso para solucionar a crise do petróleo.

Exemplo de Uso da Aprendizagem Baseada em Projetos

Âncora: Como as plantas crescem?
As turmas do 2º ano de ensino médio estão fazendo uma apresentação de 1 hora para todas as turmas do ensino fundamental 2, com o intuito de celebrar a chegada da primavera. Várias turmas estudarão diferentes aspectos da estação, e a nossa turma terá de fazer uma demonstração de 15 minutos sobre como as plantas crescem na primavera. Um vídeo da apresentação inteira, incluindo a nossa, será disponibilizado no website da escola para os pais e a comunidade.

Questões motrizes: informações que precisamos encontrar
Como podemos apresentar a vida de uma planta e a importância das mudanças que acontecem na primavera?

Tarefas a serem cumpridas
Os estudantes trabalharão em grupos para cumprir diversas tarefas:

  1. Identificar e descrever os estágios da vida da planta. Quantos são? Como esses estágios da vida são definidos.
  2. Qual é a aparência das plantas nos diversos estágios? Obtenha imagens de vídeos que mostrem os estágios.
  3. O que acontece nos diversos estágios? Como podemos mostrar isso?

Os estudantes precisarão obter acesso a

  1. Computadores com o a ferramentas para produção de slides, vídeos e câmeras.
  2. Websites de fontes confiáveis com informações sobre a vida das plantas.

Artefatos previstos

  1. Um resumo de uma página para cada estágio do ciclo de vida da planta, ilustrado por imagens ou vídeo mostrando o estágio respectivo.
  2. Um vídeo em tempo acelerado do crescimento da planta (obtenha-o na internet, se for possível).
  3. Uma apresentação organizada, incluindo apresentação(ões) em Slides ou em vídeo que resuma(m) os estágios da vida da planta.

Quais são os benefícios de utilizar essa metodologia?

Ela pode tornar as atividades acadêmicas mais dinâmicas e interessantes para os alunos, que passam do papel de receptores passivos de conteúdo para o de agentes ativos de aprendizado. Isso pode acarretar:

Outro ponto importante é que eles conseguem demonstrar a compreensão que tiveram nos projetos do modo como desejarem, por meio de apresentações, materiais interativos e até mesmo música. Isso colabora para ampliar a criatividade e a autonomia deles.

O Project Based Learning pode revolucionar o ensino (especialmente o universitário) ao aproximar o que se aprende em sala de aula do que se vivencia no dia a dia em empresas e outras entidades do mercado.

Portanto, vale a pena buscar compreender mais sobre ele a fim de aplicá-lo em sua instituição de ensino. Nesse caso, é possível começar com pequenos testes, até se ter uma melhor noção dos seus benefícios.

Como visto, o Project Based Learning é um método de ensino que alia a prática à teoria, impulsionando diferentes habilidades nos alunos. Sua adoção pode torná-los mais bem preparados para o mercado de trabalho e para a vida pessoal fora da sala de aula, fornecendo a eles a capacidade de fazer planos por meio de projetos e objetivos.

Agora que você já sabe o que é Project Based Learning e sua importância para uma instituição de ensino, que tal descobrir como um sistema de gestão acadêmica contribui para potencializar a aprendizagem ativa?

Ações a iniciar em Outubro

 

 

 

Todos os meses neste site serão publicadas as ações de formação do mês. Procedimento para inscrição:

Na coluna do lado direito da página inicial do site em “INSCRIÇÕES Nas Ações De Formação Para 2019/2020”, a azul, encontram-se os links das ações disponibilizadas por modalidades e horas de formação. Se clicar sobre o título da ação terá acesso ao seu resumo e calendarização. Nessa página encontra o link, em que deve clicar, para efetuar a inscrição.

Após inscrição na ação de formação devem efetuar o pagamento por transferência bancária para o IBAN: PT50 0035 0310 00017058230 23, fazendo prova do mesmo enviando o comprovativo para o nosso email: info@apevt.pt, (sff informar o nome do titular de conta para verificação da transferência). A inscrição só será considerada válida após a APEVT receber o respetivo comprovativo de pagamento no e-mail. Para qualquer assunto/esclarecimento podem ligar para 912355500.

Plano de Formação 2019/2020 – procedimentos para Inscrição nas ações

Procedimentos para INSCRIÇÃO

O calendário das ações de formação para o ano 2019/2020 é o que se segue.

Calendarização por região e mês de realização ( a vermelho ações por confirmar)

Na coluna do lado direito da página inicial do site em “INSCRIÇÕES Nas Ações De Formação Para 2019/2020”, a azul, encontram-se os links das ações disponibilizadas por modalidades e horas de formação. Se clicar sobre o título da ação terá acesso ao seu resumo e calendarização. Nessa página encontra o link, em que deve clicar, para efetuar a inscrição.

Após inscrição na ação de formação deve efetuar o pagamento por transferência bancária para o IBAN: PT50 0035 0310 00017058230 23, fazendo prova do mesmo enviando o comprovativo para o nosso email: info@apevt.pt, (sff informar o nome do titular de conta para verificação da transferência). A inscrição só será considerada válida após a APEVT receber o respetivo comprovativo de pagamento no e-mail. Para qualquer assunto/esclarecimento podem ligar para 912355500.

Modalidades de formação e preço de frequência 

Ações de curta duração 6hrs – WORKSHOPS. Frequência gratuita com certificado: – Associado 5€; Não associado 10€; Professor do agrupamento onde se realiza a ação 7€.

Cursos de Formação 15hrs – CURSO. Frequência com certificado: – Associado 25€; Não associado 45€; Professor do agrupamento onde se realiza a ação 35€.

Cursos de formação 25hrs – CURSO. Frequência com certificado: – Associado 35€; Não associado 65€; Professor do agrupamento onde se realiza a ação 45€.

Oficina de formação 30hrs ou 50hrs – OFICINA. Frequência com certificado: – Associado 35€ ou 45€; Não associado 65€ ou 85€; Professor do agrupamento onde se realiza a ação 45€ ou 55€

Plano de Formação 2019/2020 – lista e programação das ações

MISSÃO E OBJETIVOS

“Importa que os professores vivenciem percursos de formação que integrem dispositivos, procedimentos e estratégias homólogos daqueles que se deseja que eles implementem com os seus alunos. Trata-se de desafiar os professores para processos de melhoria permanente das suas práticas pedagógicas que, para serem consistentes e sustentáveis, deverão constituir-se como modalidades de formação centradas nos contextos escolares.”

Conselho Nacional de Educação, in recomendação n.º 3/2019

 

Do Plano de Atividades de Formação para o ano 2019/2020 constam, entre outros, os seguintes objetivos de intervenção.

  • Contribuir para o desenvolvimento profissional dos professores, centrando a formação na escola e desenvolvendo-a em torno do aprofundamento dos conhecimentos cientifico-pedagógicos e da reflexão sobre as próprias práticas.

 

  • Promover mecanismos de identificação das prioridades de formação a curto e médio prazo dos associados e de outros professores que se identifiquem igualmente com a ação formativa e cientifica-pedagógica da APEVT.

 

  • Elaborar e disponibilizar modalidades de formação em contexto, em resposta aos problemas identificados pelos professores nas suas práticas pedagógicas e formação.

 

  • Constituir redes de parceria com associações congéneres, associações de escolas e instituições de ensino superior, tendo em vista a diversidade e qualidade da oferta formativa.

 

Em conformidade com os resultados alcançados no ano transato, 2018/19, em que se verificou um aumento significativo de horas de formação, quatrocentas e doze até maio do corrente ano, acrescidas de mais sessenta e duas horas dos meses de Junho e Julho o que perfaz quatrocentas e setenta e quatro horas de formação, em diferentes modalidades e para os diversos ciclos de estudo, com incidência nas temáticas das Didáticas Especificas e da Flexibilidade Curricular, (vid. Gráfico), é expectável a continuação de uma maior procura de formação, decorrente do descongelamento de carreiras, o que obriga a um aumento na oferta de novas ações e da bolsa de formadores do Centro de Formação. Na totalidade das ações, até maio do corrente ano, o número de inscritos foi de cerca de quatrocentos e dois, acrescido de mais cento e oito das ações de Junho e Julho (510 inscritos), distribuídos pelas diferentes modalidades de formação.

Assim, como eixo prioritário de atuação decorrente do Plano de Atividades da APEVT, para o triénio 2018/2021, pretende-se continuar a promover ações de formação que resultem das necessidades profissionais, do interesse pessoal dos associados e das necessidades emergentes das mudanças educativas do sistema, que estimulem o aperfeiçoamento das práticas e competências nos domínios de desempenho do ensino da expressão plástica, da educação visual, da educação tecnológica e das artes visuais.

Pretende-se ainda, disponibilizar ações de formação de curta duração, que funcionem como ações motivadoras ao desenvolvimento de ações de longa duração (em modalidade de oficina, círculos de estudo e projetos), tal como recomenda o CNE, “que seja valorizada, para efeitos de avaliação de desempenho docente e de avaliação das escolas, a implementação de modalidades de formação em contexto – de longa duração (oficinas, círculos de estudo e projetos) – que decorram da reflexão e de problemas identificados pelos professores nas suas práticas pedagógicas e que, com o contributo da pesquisa dos próprios docentes, possam reverter para a sua melhoria.”

 

AÇÕES DE FORMAÇÃO

A oferta de ações de formação para o ano 2019/2020 são as que se seguem, desenvolvidas nas modalidades de curso e oficinas de formação nas áreas e domínios:

A – Ciências da Especialidades, (A135, A126, A127);

B – Ensino da Educação e das Ciências da Educação, (B106 científico pedagógica);

C – Práticas Pedagógico Didáticas, (C106 didáticas especificas).

 

Ações de curta duração de 3 a 6hrs – WORKSHOP:

  1. Aprendizagens Baseadas em Projetos | Educação Artística e Tecnológica
  2. Ferramentas para a criatividade | Desafios e estratégias criativas na área artística e tecnológica
  3. Aprendizagens Essenciais | Projetos  Artísticos e Tecnológicos
  4. Flexibilidade curricular| Projetos interdisciplinares

A. Cursos de Formação 15hrs – CURSO, (Área A – Ciências da Especialidade):

  1. Diário Gráfico em contexto educativo
  2. Ilustração | Qualidades comunicacionais e expressivas para a prática pedagógica
  3. A Criatividade na adaptação à sociedade contemporânea |Técnicas de agilização do Pensamento Criativo (*)
  4. EU SOU Movimento | Projeto Criativo (*)

B.  Cursos de formação 25hrs – CURSO, (Área A – Ciências da Especialidade):

  1. Materiais e Técnicas de Expressão Plástica
  2. Materiais e Técnicas de Expressão Plástica no Pré-escolar e 1º CEB
  3. Materiais e Técnicas de Expressão Plástica | Objetos escultóricos
  4. Desenho da criança | A Educação Visual e a Expressão Plástica na Infância (*)
  5. Ilustração Digital | As TIC no desenvolvimento de qualidades comunicacionais e expressivas para as práticas pedagógicas
  6. Arte e Movimento
  7. Da Impressão ao Livro do Artista |Desenvolvimento de competências ao nível das Artes e Expressões
  8. O Cinema de Animação vai à Escola
  9. Vamos contar histórias com os Brinquedos Óticos no Jardim de Infância e 1º CEB
  10. Técnicas de impressão | Materiais e processos em contexto sala de aula

C. Oficina de formação 30hrs a 50hrs – OFICINA (Área C – Práticas Pedagógico Didáticas):

  1. Arte e Educação: metodologias de observação da obra de arte (15 presenciais)
  2. Expressões D’Arte – O Português e a Expressão Plástica II (15 presenciais)
  3. Educação Artística e Tecnológica no 2.º e 3.º CEB (13 presenciais)
  4. Expressão Plástica no Pré-Escolar e 1.º CEB (13 presenciais)
  5. Desenvolvimento de um Currículo para o Século XXI – Aprendizagens Essenciais para a área e disciplinas de EXPRESSÃO PLÁSTICA e EDUCAÇÃO VISUAL (25 presenciais)
  6. Desenvolvimento de um Currículo para o Século XXI – Aprendizagens Essenciais para a área e disciplinas de ESTUDO do MEIO – (Ciência, TECNOLOGIA e Sociedade) e EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA (25 presenciais)
  7. E-LEARNING – Aprendizagem Baseada em Projetos, (PBL)

(*) As ações assinaladas não releva para efeitos de progressão na componente especifica

PROGRAMAÇÃO DE AÇÕES DE FORMAÇÃO

(Clique em oferta para aceder aos quadros das Regiões)

Oferta de formação por Regiões do país: Região Norte e Grande Porto, Região Centro e Grande Lisboa e Região Sul e Ilhas:

 

https://sway.office.com/P5lrPZbeoeBtBK7C?authoringPlay=true&publish

Concurso Projetos Criativos

 

 

O culminar do Concurso Projetos Criativos

 

 

A APEVT agradece a todos que participaram no Concurso Projetos Criativos “Minha Terra + Sustentável”, isto é, às setenta e uma escolas inscritas, o que significou para cima de mil ALUNOS envolvidos, com cerca de mais de duas centenas de trabalhos e, também, aos cerca de cento e setenta professores que marcaram presença nos Encontros APEVT, nas quatro regiões do país.

A este propósito, informamos que as comunicações realizadas nos Encontros, no âmbito das conferências e workshops, assim como as fotos dos trabalhos premiados serão disponibilizados no site http://apevt.pt/

Cumprimos os nossos objetivos, e desejamos que num futuro próximo outras iniciativas mereçam a vossa adesão e participação (a)efetiva, pela premente necessidade desta área disciplinar, pelo reconhecimento e valorização de mais e melhor educação, pelo reconhecimento dos nossos grupos disciplinares e pela necessidade de dar visibilidade às qualidades de trabalho dos nossos alunos.

Premiações dos trabalhos dos alunos

 

1º Escalão / 1º ciclo

1º prémio Título da obra: “Recicla Tartaruga”

Educação para a Cidadania, 2º ano, turma B

Agrupamento de Escolas Raul Proença, EB1 Santo Onofre, Caldas da Rainha

2º prémio Título da obra: “Porto Verde”

AEC Expressões, 1º ano, turma C

Agrupamento Aurélio de Sousa, EB1 da Fontinha, Porto

3º prémio Título da obra: “Elétrico – Património em Movimento”

A.A. – Expressão Plástica, 1º ano, turma D

Agrupamento de Escolas Francisco de Arruda, EB1 Raul Lino, Lisboa

Menção Honrosa Título da obra: “A Janela”

A.A. – Expressão Plástica, 2º ano, turma A

Agrupamento de Escolas Raul Proença, EB1 Santo Onofre, Caldas da Rainha

 

2º Escalão / 2º ciclo

 

1º prémio Título da obra: s/titulo, (Livro Pop Up)

EV, ET e Cidadania, 5º ano, turma F

Agrupamento de Escolas Alpendorada, EB. 2,3 Alpendurada, Marco Canaveses

2º prémio Título da obra: “Oceanarte II”, (Mobile)

EV, ET e CN, 6º ano, turma B

Escola Salesianos do Estoril

3º prémio Título da obra: “Ondas e Marés”

EV e ET, 5º ano, turma 2

Escola Básica Dr. Horácio Bento Gouveia, Funchal

Menção Honrosa Título da obra: “Rolo de Cranckie”

EV, ET e CN, 6º ano, turma B

Escola Salesianos do Estoril

 

Título da obra: “Papel Semente Madeira”   

EV e ET, 2º ciclo, turma C

Escola Básica / PE de S. António e Curral das Freiras, Funchal

 

Título da obra: “O Mundo à nossa volta”

EV e ET, 6º ano, turma A

Agrupamento de Escolas Francisco de Arruda, EB 2,3 Francisco de Arruda, Lisboa

 

Título da obra: “Protege a Vida Marinha”

EV e ET, 6º ano, turma E

EB2 D. Pedro Varela, Agrupamento de Escolas do Montijo

 

Título da obra: “O Nosso Futuro”

EV e ET, 2º ciclo

EB2 D. Pedro Varela, Agrupamento de Escolas do Montijo

 

Título da obra: “O Mundo +Sustentável”

EV e ET, 2º ano, turma K

EB2 D. Pedro Varela, Agrupamento de Escolas do Montijo

3º Escalão / 3º ciclo
1º prémio Título da obra: s/ título (Cartoon)

EV, 9º ano

Colégio Horizonte, Vila Nova de Gaia

2º prémio Título da obra: “Castelo dos Mouros em Sintra”

Expressão Plástica, 9º ano, turma D

Agrupamento de Escolas Miguel Torga, EB 2,3 D. Pedro IV, Queluz

3º prémio Título da obra: “Maqueta Dinâmica de uma Estufa”

ET, 7º ano, turma A

Escola Básica 2,3 Cónego João Jacinto Gonçalves Andrade, Campanário, Madeira

Menção Honrosa Título da obra: “Salamandra de Pintas Amarelas”

EV, 7º ano, 1ª turma

EB 2,3 Frei Manuel de Santa Inês, Agrupamento de Escola de Rio Tinto

Prémios a atribuir nos três escalões do 1º, 2º e 3º CEB

– 1º lugar: Kit de materiais riscadores de desenho e pintura Faber Castel, Conjunto de aprendizagem Staedtler e Campo de Férias “The Inventors” 2019 (5 dias)

– 2º lugar: Kit de materiais riscadores de desenho e pintura Faber Castel, Conjunto de aprendizagem Staedtler e Campo de Férias “The Inventors” 2019 (3 dias)

– 3º lugar: Kit de materiais riscadores de desenho e pintura Faber Castel, Conjunto de aprendizagem Staedtler e Atelier “The Inventors” à escolha (RGB, Braço Biónico, Guitarra Elétrica).

Embora não estivesse previsto no Regulamento, será também atribuído o conjunto de aprendizagem Staedtler às Menções Honrosas.

Tal como previsto no Regulamento do Concurso, os trabalhos premiados ficam na posse da APEVT. Os outros, podem ser levantados, mas nas datas que brevemente serão anunciadas, dado que a associação está a fazer o registo fotográfico de todos os trabalhos com objetivo da sua catalogação e respetiva publicação.

ENCONTROS REGIONAIS APEVT

 

Os Encontros Regionais APEVT 2019 são o culminar do Concurso de Projetos Criativos, “Minha Terra +Sustentável”, que decorre de setembro a abril do corrente ano, e que visa o desenvolvimento de propostas na área artística e tecnológica, em torno da promoção do pensamento crítico, da criatividade, da originalidade, da inovação e da importância do desenvolvimento sustentável junto das gerações mais jovens.

Tal como os objetivos do Concurso, estes Encontros pretendem, para além da Exposição dos trabalhos dos alunos e sua premiação,  proporcionar o intercâmbio de atividades nas Áreas Artísticas e Tecnológicas e a troca de experiências sobre as linguagens específicas, meios e processos criativos das disciplinas envolvidas, de acordo com as atuais orientações curriculares, ou seja, através da mobilização de competências que valorizam o trabalho colaborativo e privilegiam o princípio das Aprendizagens  Baseadas em Projetos, (Projet Basic Learning – PBL).

Na sequência de vários pedidos de esclarecimento que nos têm dirigido informamos que: – a inscrição no Encontro para professores que participam/inscreveram no Concurso é de apenas 5 euros, igual ao preço de sócio, (custo recuperável através das ofertas que pensamos realizar); – de acordo com o Regulamento do Concurso, os trabalhos deverão ser entregues em mão própria ou enviados por correio, para as moradas de um dos quatro polos indicados, até ao dia 5 de abril de 2019. Para o caso dos colegas em que a escola recuse o envio através do seu porte postal, podem enviar assumindo os custos que a APEVT vos retornará. Para tal, aquando do pagamento usem o NIB da associação 501 539 735 e no Encontro Regional, (e só no Encontro) mediante comprovativo, será restituído o custo do envio.

Desejamos a todos a continuação de um bom trabalho com os alunos e relembramos que estamos a contar com a sua inscrição num dos Encontros!