Antologia de BD Sci-Fi LX: Call for Entries

O Sci-Fi LX, festival lisboeta dedicado à ficção científica, e a revista digital de banda desenhada H-alt associaram-se para lançar uma antologia de banda desenhada, convidando todos os interessados a concorrer com trabalhos originais. Os trabalhos aceites serão expostos na edição de 2017 do Sci-Fi LX, e publicados em livro impresso, cujas vendas reverterão a favor dos autores. Clique aqui para conhecer o regulamento deste concurso.

Este ano, o festival Sci-Fi LX irá decorrer nos dias 15 e 16 de julho de 2017, no Pavilhão Central do Instituto Superior Técnico. O seu programa inclui mostras de cinema, exposições temáticas, lançamentos literários e de banda desenhada, espaço para artes plásticas, livrarias, concursos de cosplay, torneios de jogos digitais, de mesa e role-play. Também estão previstos diversos workshops temáticos, um dos quais assegurado por docentes do centro de formação da APEVT.

Provas de Aferição de Expressões Artísticas: Visão de Carlos Gomes

Os professores das áreas de expressões, em particular das expressões plásticas, devem ser imunes aos descobridores do “agora tudo está mal!” A saber:

As Provas de Aferição devem ser para todo o currículo e não apenas para parte do currículo. As Provas de Aferição nas Expressões não podem ser concebidas de outra maneira, senão na modalidade “prática”. (Veja-se, em contraponto, a modalidade das Provas Nacionais para Alunos Auto-propostos em EV e ET, 2º ciclo, que o ministério anterior assinalou como provas “teóricas”.)

Provas de aferição nas Expressões, no 1º ciclo, ao existirem, enquanto experiência única a nível europeu, constituem uma mensagem conceptual de currículo integrador, uma visão holística de aprendizagem essencial, a não perder. (Na anterior legislatura seria impensável tais provas, primeiro, porque as expressões pouco interessavam como componente fundamental no crescimento educacional dos alunos, segundo, porque ao contrário da função de uma prova de aferição, o que importava era atestar a quantidade de matérias memorizadas, independentemente do processo e dos contextos de aprendizagem.)

Contudo, uma análise fina da prova de expressões plásticas provoca algumas apreensões, não tanto para quem conhece o paradigma intrínseco do IAVE, mas, para quem pretende que esta experiência seja bem-sucedida. Na verdade, o enfoque de uma prova desta natureza na motricidade fina da criança, não parece ser melhor opção para quem pretende aferir o grau de expressão, de criatividade e de capacidade em resolver problemas plásticos, de acordo com o desenvolvimento gráfico-cognitivo que se espera dos alunos do 1º ciclo. A própria apresentação de uma representação gráfica de um boneco, (gato), não parece ser o incentivo à fuga ao estereotipo. Os critérios de avaliação demonstram um caracter normativo, (exemplo: “realizar dobragens de forma estruturada seguindo instruções” como pontuação máxima, pergunta-se, e realizar dobragens de forma estruturada sem seguir instruções, não seria o máximo dos máximos, não consta! ….)

Pretendemos que estas provas melhorem e se afirmem e aqui mais uma vez se joga o “jogo da capacidade de mudança!”
A prória natureza das Provas, destinadas a aferir a eficácia do sistema, obriga à sua realização a partir da realidade de cada escola, (tema, enunciado da responsabilidade do professor titular), do trabalho cooperativo, (avaliação em situação de trabalho de grupo), com enfoque na criatividade e capacidade de resolver problemas, (componentes estruturante da área) com uma matriz universal de referencia (matriz nacional com foco no essencial), … era um bom caminho!

NOTA: Convém esclarecer que as provas de aferição não se destinam a avaliar os alunos mas sim a aferir a eficácia do sistema educativo e do processo de ensino-aprendizagem. Elas permitem, nomeadamente (artigo 24ºB do Decreto-Lei 17/2016, de 4 de abril):
– Acompanhar o desenvolvimento do currículo, nas diferentes áreas, providenciando informação regular ao sistema educativo;
– Fornecer informações detalhadas acerca do desempenho dos alunos à escola, aos professores, aos encarregados de educação e aos próprios alunos;
– Potenciar uma intervenção pedagógica atempada, dirigida às dificuldades identificadas para cada aluno.

Carlos Gomes – Presidente da APEVT

e-Tech Portugal 2017

Nos dias 5 e 6 de maio Setúbal acolhe a feira tecnológica e-Tech Portugal 2017. De entrada gratuita, junta empresas de novas tecnologias, escolas, clubes de robótica e instituições que irão mostrar o que se faz em Portugal na intersecção entre a educação e a tecnologia. Espaços Inovadores na Educação (DGE/BEEVERYCREATIVE/Promethean/Steelcase), drones (Parrot), impressão 3D (Blocks) são alguns dos expositores presentes. Clubes de robótica de escolas portuguesas também estarão presentes, divulgando os seus projetos. Durante a feira tecnológica decorrerá ainda a conferência Indústria 4.0 e a Internet das Coisas. Esta conferência está creditada para efeitos de formação contínua. Para mais informações, viste a página da e-Tech Portugal 2017.

Diário Gráfico: Do Conceito à Construção e Exploração em Contexto Educativo

Estão abertas as inscrições para a ação de formação Diário Gráfico: Do Conceito à Construção e Exploração em Contexto Educativo, com a formadora Manuela Rolão, a decorrer no Agrupamento de Escolas Dr. António Augusto Louro, Seixal.

Clique aqui para se inscrever: Diário Gráfico: Do Conceito à Construção e Exploração em Contexto Educativo.

Ficha da Formação

Curso de Formação – 15 horas presenciais – 0,6 créditos

Destinatários: Professores dos Grupos 240, 530 e 600

Formadora: Manuela Rolão

Condições de funcionamento: mínimo de 15 formandos – máximo 20 formandos

Preços:

Sócios (com quotas em dia): 25€

Não sócios: 45€

Datas e horários:

abril (Sábado) – dia 29 –  das 09.30/13.00hrs e das 14.00h/17.30hrs

maio (Sábado) – dia 06 –  das 09.30/13.00hrs e das 14.00h/17.30hrs

Local:

Agrupamento de Escolas Dr. António Augusto Louro /Seixal

Conteúdos da Ação:

As disciplinas de Educação Visual e Educação Tecnológica, pela sua própria natureza, têm a necessidade de adequar as suas práticas de ensino/ aprendizagem diversificando experiências significativas para os alunos. A mono docência e a reduzida carga letiva semanal podem conduzir a um modelo mais conceptual de ensino/aprendizagem que é possível contrariar com a implementação do diário gráfico. Este é um recurso acessível, polivalente, passível de ser construído pelos alunos, inclusivamente com material reutilizável, e que permite a diversificação de experiências gráficas e a experimentação de materiais riscadores variados. Trata-se de um objeto cuja construção se enquadra nas disciplinas de Educação Tecnológica no domínio dos materiais e sua transformação e na Educação Visual no domínio da observação e da representação do envolvimento, mobilizando todos os sentidos para a perceção, a representação dos elementos físicos num espaço, assim como reconhecer o papel do desenho expressivo na representação de formas (2º e 3º ciclos).  Observar o mundo visual permite a descoberta das mais variadas formas, da sua estrutura, dos elementos que as constituem. A geometria, a cor, a textura, a luz e a sombra presentes nos objetos naturais e nas realizações humanas, podem ser registadas em diário gráfico em momentos de visita de estudo, em casa ou praticada em sala de aula. A construção do diário gráfico desenvolve a autonomia e a responsabilidade do aluno. Para o professor, é um instrumento que pode ser explorado nas suas vertentes técnica, artística e criativa. Existem muitos modelos e materiais para a sua construção.

Objetivos:

– Definir e refletir sobre o conceito de diário gráfico e as suas potencialidades em contexto educativo.
– Dar a conhecer a versatilidade e potencialidade do diário gráfico
– Apreciar e dialogar “sobre as imagens” e os “modos de ver as imagens”, descrevendo e refletindo sobre o que olha e vê, interiorizando que a imagem é um produto fabricado e não um equivalente ao real
– Comunicar sobre aquilo que faz e o que observa (natureza, obras de arte, arquitetura, design, artefactos, etc.). tendo em conta as opiniões dos outros, sem deixar de afirmar modos pessoais de expressar o mundo interior;
– Manipular diversos meios de expressão, (desenho, pintura, colagens, técnica mista, acidentais assemblage, modelagem, land art, etc.), desenvolvendo a sua sensibilidade estética e expressividade;
– Incentivar os professores a utilizar o diário gráfico como recurso construído pelos alunos, desenvolvendo a sua autonomia e responsabilidade, permitindo o contacto com materiais diversos, ferramentas e técnicas para a sua transformação.
– Promover a utilização do diário gráfico, como suporte para a experiência da observação, representação, compreensão e interpretação do mundo visual;
– Explorar e construir diversos modelos de diário/caderno gráfico;
– Dar a conhecer e refletir sobre estratégias de implementação, organização e avaliação do diário gráfico.

Conteúdos:

1.    O conceito de diário gráfico: definições; autores; o movimento Urban Sketcher. (2 h)
2.    O desenho em diário gráfico: temas; técnicas; materiais; objetivos. (1,5 h)
3.  Modelos de diário gráfico: tamanhos, formatos, papéis e materiais riscadores/ plásticos adequados ao desenho no exterior e à experimentação (1h).
4. Modelos de diário gráfico: elaboração de dois/ três modelos. Personalização. (4h).
5. Desenho de observação: motivação e estratégias; materiais e técnicas (2 h)
6. Desenho criativo/ livre: materiais e técnicas (2 h)
7. Avaliação do diário gráfico: o que avaliar, como e quando.

6. METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA ACÇÃO (Descriminar, na medida do possível, a tipologia das aulas a ministrar: Teóricas, Teórico/Práticas, Práticas, de Seminário)

A presente ação de formação desenvolver-se-á através de sessões teorico práticas. Pretende-se dar a conhecer as vantagens da utilização do diário gráfico em visitas de estudo, em percursos na Natureza e as suas potencialidades como recurso pedagógico no espaço exterior da escola e em sala de aula. Será convidado um desenhador em diário gráfico para partilhar a sua experiência. Proceder-se-á à construção de modelos de diário/ caderno gráfico acessíveis aos alunos quer ao nível técnico quer material, relacionando as metas das disciplinas de EV e ET e integrando conhecimentos das duas áreas. Refletir-se-á em grupo sobre como motivar para o desenho regular e quais a estratégias que potenciam o gosto pelo desenho. Em posterior reflexão coletiva, debater-se-á a utilidade pedagógica do diário gráfico junto dos alunos, acentuando as vantagens proporcionadas e descobrindo soluções para eventuais dificuldades.  Continuará a ser enriquecido o blogue http://desenharparaconhecer.blogspot.pt/ que permitirá a partilha de experiências dos formandos e o visionamento dos trabalhos realizados.

Inscrições:

Clique aqui para se inscrever: Diário Gráfico: Do Conceito à Construção e Exploração em Contexto Educativo.

 

Encontro Nacional APEVT

Nos dias 10 e 11 de julho, no Funchal. A APEVT-Madeira acolhe o encontro nacional da APEVT, subordinado ao tema Que Currículo para o Século XXI. Em breve, serão divulgados mais detalhes e publicado o programa completo deste encontro.

IV Encontro Internacional Casa das Ciências

Sob o tema A Educação Científica e Desenvolvimento Económico, decorrerá entre os dias 10 e 2 de julho o IV encontro da Casa das Ciências – Recursos Digitais para Professores. A Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa acolhe este encontro, destinado a professores das áreas científicas e tecnológicas. O programa temático divide-se em sessões plenárias, comunicações e workshops. Estes incidem quer sobre temáticas de educação científica quer sobre usos pedagógicos de novas tecnologias, abordando programação, robótica ou edição digital. O de Impressão 3D é assegurado por docentes do Centro de Formação da APEVT. Para mais informações, consulte o site do IV Encontro Internacional Casa das Ciências.

Ação de Formação

Caros colegas/ amigos,

De 29 de abril a 6 de maio, será dinamizada a ação de formação:

DIÁRIO GRÁFICO: DO CONCEITO À CONSTRUÇÃO E EXPLORAÇÃO EM CONTEXTO EDUCATIVO 

Esta formação, promovida pelo Centro de Formação da APEVT,  vai decorrer, na primeira sessão, na sede do agrupamento Dr. António Augusto Louro, Seixal, sendo dinamizada pela prof. Manuela Rolão.

Curso de formação de 15 horas que conferem 0,6 créditos. Destina-se a professores dos grupos de recrutamento: 240, 530 e 600.

Esta ação vai decorrer num ambiente de partilha, reflexão e experimentação

Os principais objetivos desta ação são:

– Definir e refletir sobre o conceito de diário gráfico e as suas potencialidades em contexto educativo.

– Dar a conhecer a versatilidade e potencialidade do diário gráfico

– Incentivar os professores a utilizar o diário gráfico como recurso construído pelos alunos, desenvolvendo a sua autonomia e responsabilidade, permitindo o contacto com materiais diversos, ferramentas e técnicas para a sua transformação.

– Promover a utilização do diário gráfico, como suporte para a experiência da observação, representação, compreensão e interpretação do mundo visual;

– Explorar e construir diversos modelos de diário/caderno gráfico;

– Dar a conhecer e refletir sobre estratégias de implementação, organização e avaliação do diário gráfico.

A ficha de inscrição encontra-se aqui.

Mais informação aqui.

ou pelo email: info@apevt.pt

Votos de boa interrupção letiva!