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1 - ORIENTAÇÕES ESTRATÉGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA ACTIVIDADE a) Sustentabilidade da APEVT;
b) Mobilização dos associados para as grandes questões;
c) Reorganização e adequação estratégica do Centro de Formação;
d) Organização curricular e programas – metas curriculares;
e) Protocolo MEC/DGE – APEVT (carta de intenções);
f) Dinamização e cooperação com as Direcções e Delegações Regionais;
g) Calendarização de eventos nacionais e regionais.

2 - Outras orientações estratégicas
Relação institucional

  1. Isenção e transparência nos comportamentos;
  2. Clareza ética e deontológica nos comportamentos dos órgãos de direcção;
  3. Tomar como destinatários da acção todos os professores associados de EVT, EV e ET;
  4. Não actuar como contrapoder, mas, antes, desenvolver uma perspectiva de intervenção sociocrítica, participativa, construtiva e incrementalista.

Desenvolvimento institucional:

  1. Desenvolver uma intensa acção de promoção da associação, valorizando o plano ético e deontológico, o plano sócio-pedagógico, o plano produtivo e mobilizador das actividades, aliado à nova linha gráfica mais afirmativa da APEVT;
  2. Desenvolver uma acção contínua, concertada e envolvente junto do poder político e a administração educativa central e regional na perspectiva de um maior reconhecimento e espaço de intervenção da associação;
  3. Aproveitar as mudanças sociais e políticas e a lógica de participação social emergente;
  4. Desenvolver e concretizar as acções de implementação da APEVT em todo o território nacional.

PRIORIDADES DA ACÇÃO
Sustentabilidade da APEVT
Viabilizar a sustentabilidade da APEVT é neste momento uma preocupação da direcção. Temos seguido atentamente o evoluir do processo. A formação contínua que como todos sabem foi durante anos o suporte do funcionamento da associação, está a passar por uma reestruturação profunda. Os subsídios de instituições de reconhecido mérito (Fundos Comunitários) deixaram de ser atribuídos, o financiamento para actividades é residual e não deixa margem financeira para garantir as despesas correntes já sujeitas a um processo de contenção durante os anos 2007/2008 até ao presente momento. As quotas dos associados, sujeita a aumento em 2008, não resolve o problema fundamental, acrescido agora na impossibilidade de termos alguém como secretária da direcção que para além de assegurar todo o processo técnico administrativo tem uma relação próxima com a vida da APEVT, associados, formadores, formandos, direcções regionais, instituições contabilidade. Este problema financeiro da APEVT é do conhecimento dos membros do Conselho Nacional que o tem acompanhado de perto. Estamos pois em crer que dentro em breve possamos clarificar este e outros aspectos que nos preocupam. Neste sentido, a formação contínua de professores tem sido o alicerce fundamental para a sustentabilidade financeira da APEVT.
Tornar a APEVT imprescindível, dar solidez ao campo profissional, cujas prioridades estão definidas no plano que apresentamos e que contempla actividades e projectos que vão ao encontro das exigências destas áreas nos vários domínios da função docente. Assim, propomos:
1 – Promover a difusão das finalidades da APEVT junto das escolas onde podemos e devemos exercer um papel dinamizador de vanguarda com os professores. O período complexo exige muita luta pelos direitos sócio profissionais e pela participação na definição das políticas educativas, especialmente aquelas que venham a alterar a organização curricular do ensino básico.
2 - Dar especial atenção às políticas do MEC para as nossas áreas de expressão plástica, que de acordo com o Manifesto do Encontro Nacional de Aveiro poderão nos próximos anos vir a ser alvo de profundas alterações e que serão sempre a defesa da EVT e da literacia artística e tecnológica no currículo.
3 - Contribuir para que as grandes questões que se irão colocar sejam alvo de debate entre o MEC e a APEVT. A envolvência da associação contribuirá para que as áreas de expressão plástica sejam cuidadas de acordo com a sua importância curricular.
4 - Fortalecer os mecanismos conducentes à melhoria das condições de trabalho dos professores nas escolas em geral e em particular aos nossos associados dar o apoio sempre que nos seja solicitado.
5 - Criar condições de funcionamento do Centro de Formação que de acordo com o novo quadro de exigências, possamos dar resposta dentro do mais curto espaço de tempo, de forma a satisfazer as necessidades de formação dos professores desta área específica e alargar a abrangência de formação a todo o território nacional, com condições especial de frequência destas formações.
6 - Alargar o campo de cooperação com o MEC na base das nossas propostas de parceria estabelecida na carta de intenções.

3 - DOMÍNIOS DE INTERVENÇÃO
a) Recentrar a actividade da associação nas escolas;
b) Apoiar os professores nas escolas;
c) Desenvolver as acções, sensibilizar os professores para a participação nos debates sobre as variadíssimas temáticas que nos serão colocadas;
d) Associar a APEVT às iniciativas promovidas a nível das escolas;
e) Auxiliar os professores a construir e clarificar o objecto e importância sócio-educativa da EVT;
f) Reforçar o apoio directo à actividade docente a nível da sala de aula/práticas de trabalho, etc;
g) Intervir na animação sócio-pedagógica, em torno das escolas, participando na dimensão cultural destas.

Sede
Considerando que a Câmara Municipal do Porto denunciou o protocolo, cabe-nos agora concluir o processo e transferência da nossa sede para a Escola Superior de Educação do Porto, no âmbito da parceria/protocolo de cedência de instalações para a nova sede da APEVT.
Investir na melhoria das condições de trabalho dos serviços administrativo.
Manter o horário de atendimento permanente dos associados, quer presencial, quer online.
Reorganizar a sala de formação em função das condições actuais oferecidas pela escola onde estamos instalados.
Manter o site actualizado www.apevt.pt

Associados
Continuar a campanha de angariação de novos associados com forte empenhamento das estruturas regionais e nos eventos que realizamos. É notória e preocupante desvinculação dos associados da APEVT, quer por se aposentarem quer os contratados que agora deixaram de exercer funções lectivas. Para isso teremos a estratégia de articular os projectos a desenvolver nas escolas e as condições especiais de frequência nas formações.
Disponibilizar a informação necessária à discussão ou ao entendimento de diversos problemas da área educativa. Será também um meio a privilegiar na divulgação de iniciativas da nossa Associação.
Disponibilizar condições de apoio directo a actividade docente ao nível da formação e práticas de trabalho.
Elaborar programas de acção cultural que integre dimensões de lazer.

DIRECÇÕES REGIONAIS/DELEGAÇÕES REGIONAIS
Cooperar e dinamizar a vida associativa das Direcções e Delegações Regionais.
Processos Eleitorais
Organizar processos eleitorais das diversas direcções regionais, agilizando o processo de visibilidade das mesmas.
De acordo com os planos de actividades das Direcções Regionais, poderão ocorrer encontros/actividades regionais de acordo com as datas acima mencionadas. A Calendarização decorrerá de acordo com os seguintes princípios:

    • Complementariedade com o plano nacional;
    • Integração das actividades do plano nacional, a realizar regionalmente;
    • Autonomia de iniciativa;
    • Apoio logístico e financeiro do Secretariado Nacional de Direcção;
    • Promoção de receitas extraordinárias com base no princípio da auto-suficiência de cada iniciativa;
    • Enquadramento nas orientações estratégias definidas pelo CN; sempre que se justifique, tendo em conta as alterações nas políticas e medidas para educação.

 

 


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As imagens utilizadas no site da APEVT foram gentilmente cedidas pela Fábrica de Lápis VIARCO, sendo algumas delas do fotografo Rui Ferreira.